sábado, 16 de março de 2013

YANG MING FLEET


Caros Amantes do Shipping.
Este é o YM UBIQUITY

Detalhes do navio
Tipo de Navios: Container ship
Ano de contrução: 2012
Comprimento x largura: 333 m X 43 m
Gross Tonnage: 90532, Porte Bruto: 103235 t
Velocidade registada (Max/media): 22.3 / 13 knots
Bandeira: Taiwan [TW]
 Indicativo: BLHM
IMO: 9462706,
MMSI: 416467000

quarta-feira, 13 de março de 2013

OPINIÃO-ANTONIO BELMAR DA COSTA



HERÓIS do MAR 

Já mergulhados em 2013 começam a chegar, do lado da economia, notícias que, se por um lado, são encorajantes, por outro, deixam-nos também algo intranquilos, já que algumas nuvens negras pairam no ar e, tudo indica, podem vir a ensombrar o desenvolvimento e o crescimento que o comércio externo do País conheceu nos últimos anos. Algumas das boas notícias, que afinal até já se conheciam, vieram do lado dos portos. Há que destacar a extraordinária “performance” de alguns portos portugueses que, em 2012, bateram, sucessiva e expressivamente, recordes de movimentação de cargas, com taxas de crescimento que surpreenderam mesmo os geralmente mais optimistas. Ninguém tinha previsto crescimentos desta dimensão, e como tal, esta foi uma das poucas boas surpresas que 2012 nos deixou. Claro que seria ridículo dissociar os resultados obtidos, do efeito da greve na estiva que ensombrou e prejudicou as cargas movimentadas no segundo semestre nos portos de Aveiro, Lisboa e Setúbal. No entanto deve referir-se que, até à greve, todos os portos portugueses estavam já crescer significativamente, e que o jogo de somas e perdas influenciado pelo “factor” greve teve um amplo sentido positivo no contexto macro dos portos. Do episódio da greve e das suas consequências, fica para a História a “triste” lição, que a carga, tal como a água, encontra sempre o seu caminho que, quantas vezes mais percorrido, se pode transformar de alternativo em definitivo. Esperemos, para bem do País e da economia, que esta lição não seja nunca mais esquecida. Outra excelente noticia, esta bem fresca, prende-se com o retorno inesperado, pela precocidade do momento, de Portugal aos mercados financeiros. Foi a primeira emissão de longo prazo, desde que se pediu ajuda internacional, e se foi confrontado com o “espartilho” dos mal amados credores. O sucesso desta operação foi muito positivo. Pelo excedente da procura, pela taxa conseguida, pelo perfil/nacionalidade dos compradores (93% estrangeiros) e, não menos importante, pelo aspecto psicológico que, pelo mediatismo, não deixará de ser uma ajuda e um empurrão motivante que tanto precisamos. Sem que, de momento, se consiga quantificar no quotidiano o significado do sucesso desta operação e, ainda mais importante, que isso venha matar a fome aos mais desprotegidos nesta crise, fica, no entanto, um sabor a prémio de consolação, face aos enormes sacrifícios a que todos temos estado sujeitos. As más noticias vêm de fora, e não têm necessariamente a ver com o nosso desempenho. O FMI e algumas das Instituições internacionais de referência, vêm agora rever em baixa as suas previsões para 2013. Destacam-se um, ligeiro, menor crescimento global (3,5% contra 3,6%) e uma inversão para negativo (de +0,2% para -0,2%) no crescimento médio nos Países da zona Euro. Face a estes números também o Banco de Portugal reviu também as suas previsões, e as notícias que nos vem dar, no que toca às exportações, não são animadoras pois reduz, em por causa do principal destino das nossas exportações (Europa) a expectativa de crescimento de 5 para 2%. É pois, neste contexto, que temos que definir pragmaticamente, e com urgência, uma estratégia que obrigue as previsões do Banco de Portugal a falharem. Há que incentivar, por todas as formas e sem pruridos, o redireccionamento ainda mais intensivo das nossas exportações para além mar. Há que apoiar, sem hesitações e com outros incentivos, que não somente as palavras, as pequenas e médias empresas exportadoras nessa aventura para lá dos Oceanos. Há que fazer uma campanha maciça para que todos compreendam porque é que o País tem que apoiar quem exporta para além do Atlântico. Há que levar a ideia do “Compre Português” para os Países que mais crescem. Todos seremos poucos para ajudar a levar cada vez mais produtos portugueses por esses mares fora, mas essa aventura tem que ser um dos desígnios colectivos de Portugal.
Tenho a certeza que vamos conseguir, não fossemos nós Heróis do Mar.

António Belmar da Costa
 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

WEC LINES FLEET

     
                        Noticias ao Minuto - Faro, Setúbal e Beja sob aviso laranja

 Caros.
Amigos, faça chuva sol ou mau tempo, a WEC-LINES transporta sempre ao destino as suas cargas.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

LEGISLAÇÃO SOBRE O SHIPPING (1)








Caros Amigos.
Amantes do Shipping, a partir de hoje alguma informação Importante sobre “LEGISLAÇÃO SOBRE O TRANSPORTE MARÍTIMO”.
Serão vários os Post(s) que irei colocar, a vossa atenção para os mesmos:

Anteriormente a 1986, em Portugal, tudo quanto respeitava ao comércio marítimo era regulado pelo disposto no livro III do Código
Comercial, de Veiga Beirão, Ministro da Justiça, em vigor desde 1 de Janeiro de 1889.
Em 1986, e mercê da dinâmica e empenhamento pessoal do então Ministro da Justiça, Dr.Mário Raposo, advogado prestigiado e reputado conhecedor dessas matérias, foi desencadeada uma significativa reforma da legislação sobre transporte marítimo, quer de mercadorias, quer de passageiros.

No plano internacional continua a vigorar a idosa e respeitável Convenção de Bruxelas de 1924, a que Portugal também aderiu.
Hoje são do domínio público as razões que motivaram a recente revisão da legislação sobre transporte marítimo (1986/87).
Razões que assentam fundamentalmente na necessidade premente que se fez sentir pela evolução que o comércio internacional tem ganho nos últimos tempos.

Tinha forçosamente de estar desfasado da realidade um Código Comercial com mais de 100 anos.
E especialmente a parte dedicada ao Comércio Marítimo – O Livro III.
A Convenção de Bruxelas de 1924, com mais de 80 anos, nunca foi uma obra prima de clareza normativa. Talvez intencionalmente.
Houve até quem lhe chamasse “um primor de obscuridade voluntária e de falta de método deliberado”.

Além de excessiva preocupação de defesa dos interesses dos armadores, sobretudo nos exaustivos casos de exclusão de responsabilidade do armador,
em detrimento despreocupado e deliberado dos carregadores, anquilosou-se em algumas das suas previsões reguladoras face à evolução técnica do
transporte marítimo-caso dos contentores e do transport no convés.

A necessidade de nova legislação era urgente e é hoje uma realidade.

Continua...

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

SANTA FRANCESCA



Caros Amigos. 
Quando vemos um navio Sorrimos. 
Presença habitual em Leixões, captei ao inicio da tarde a entrada do navio "SANTA FRANCESCA" 
Algumas caracteristicas deste navio: 
Santa Francesca 
Type of ship: Cargo Ship 
IMO:9188219 
Callsign: DHSR 


MMSI:211529000 
Length: 184.0m 
Beam: 30.0m GRT: 21583 
TEU: 2169

domingo, 20 de janeiro de 2013

Navio "Merle", encalha perto de Aveiro


Navio "Merle"

Caros Amigos.
Encalhou perto de Aveiro Às 8h20 deste sábado, um cargueiro de 84 metros, com bandeira das Ilhas Cook, emitiu um pedido de ajuda porque se encontrava desgovernado e com água a entrar na casa das máquinas.

A ajuda foi accionada e o cargueiro acabou por encalhar na praia de São Jacinto, em Aveiro, informa o comandante Alexandre Santos Fernandes, porta-voz da Marinha.
O barco dirigia-se para o Porto de Lisboa, com intenção de abastecer, quando foi surpreendido pelo mau tempo.
A embarcação tem seis tripulantes que foram resgatados ao final da manhã. “Os tripulantes, de nacionalidade turca e azerbaijã, encontram-se bem e estão a ser assistidos no local por uma equipa do INEM”, disse à Lusa, o comandante da Capitania do Porto de Aveiro, Luciano Oliveira, acrescentando que os homens serão transportados para o Hospital de Aveiro “apenas por precaução”. Segundo a mesma fonte, a operação de retirada dos tripulantes foi dificultada pelas condições meteorológicas “violentíssimas” e pelos difíceis acessos ao areal, onde o navio se encontra encalhado. Entretanto, já foi contactada a Direcção de Combate à Poluição do Mar, para proceder à retirada do combustível do cargueiro.
A barra do Porto de Aveiro está fechada a toda a navegação desde as 08h00

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