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domingo, 13 de novembro de 2011

E-SHIP 1 - NAVIO MOVIDO A ENERGIA EÓLICA

Caros Amigos.
Uma vez mais o « E-Ship 1» está novamente em Leixões
Atraíndo a curiosidade de muitos transeuntes, pelo aspecto original do cargueiro, com quatro grandes tubos verticais nas extremidades.

As quatro torres cilíndricas de 27 metros de altura por quatro metros de diâmetro que emergem do convés são «rotores eólicos capazes de recolher a energia do vento para auxiliar a propulsão a diesel do navio, sem interferir com as operações de carga e descarga, ao contrário dos mastros e velas.

Os rotores permitem reduzir as emissões de dióxido de carbono e de consumo de combustível fóssil em cerca de 30 a 40 por cento do que habitualmente registam os navios de igual porte.

O «E-Ship 1» efectua o transporte de essencialmente equipamento eólico da sua proprietária, Enercon Gmbh o terceiro maior fabricante de turbinas éolicas a nivél Mundial.

Leixões: Dock & Roll

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sábado, 27 de agosto de 2011

NAVIO DE CARGA MOVIDO A ENERGIA ÉOLICA





Caros Amigos.
Uma vez mais o « E-Ship 1» está novamente em Leixões
Atraíndo a curiosidade de muitos transeuntes, pelo aspecto original do cargueiro, com quatro grandes tubos verticais nas extremidades.

As quatro torres cilíndricas de 27 metros de altura por quatro metros de diâmetro que emergem do convés são «rotores eólicos capazes de recolher a energia do vento para auxiliar a propulsão a diesel do navio, sem interferir com as operações de carga e descarga, ao contrário dos mastros e velas

Os rotores permitem reduzir as emissões de dióxido de carbono e de consumo de combustível fóssil em cerca de 30 a 40 por cento do que habitualmente registam os navios de igual porte.

O «E-Ship 1» efectua o transporte de essencialmente equipamento eólico da sua proprietária, Enercon Gmbh o terceiro maior fabricante de turbinas éolicas a nivél Mundial.

Leixões: Dock & Roll

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

PORTO DE SINES E QUERCUS JUNTOS NA DEFESA DO AMBIENTE


A Administração do Porto de Sines e a Quercus assinaram recentemente um protocolo de cooperação no âmbito da defesa do ambiente e conservação da naturezaO principal objectivo é o de desenvolvimento de actividades conjuntas com vista à conservação da natureza e à defesa do ambiente, bem como a sua harmonização com um desenvolvimento sustentado.A cerimónia teve lugar nas instalações da APS, tendo as duas entidades assumido o comprometimento de prestar apoios técnico e pedagógico e desenvolver conjuntamente acções de interesse e alcance colectivos, no âmbito da educação ambiental, com maior incidência ao nível da comunidade escolar, bem como juntar esforços para o desenvolvimento de estudos ao nível da saúde pública e segurança alimentar; defesa do ambiente e da biodiversidade, entre outros. A APS tem vindo a adoptar uma política integrada de grande preocupação ambiental e de prevenção de riscos, traduzida em parcerias com diversas entidades públicas e privadas, que assume como um pilar indissociável da sua inserção social, económica e ambiental, na região e no País.
Porto de Sines recebe Embaixador da Ucrânia

O porto de Sines recebeu o Embaixador da Ucrânia em Portugal Rostyslav Tronenko, no passado dia 30 de Julho, numa visita em coordenação com a AIP e que teve como principal objectivo dar a conhecer as principais características geofísicas e valências do Porto de Sines.A comitiva foi recebida pela presidente da APS, Lídia Sequeira, que apresentou detalhadamente as principais características do porto de Sines, com especial enfoque nos factores de competitividade deste porto: águas profundas, mão-de-obra flexível, despacho electrónico, capacidade de expansão e a vasta área logística e adjacente. Rostyslav Tronenko teve ainda oportunidade de visitar a área portuária (terminais e zona de actividades logísticas), onde acompanhou o decorrer de várias operações portuárias.
Fonte: Cargo News

terça-feira, 19 de maio de 2009

DÚVIDAS - TERMOS - DEFINIÇÕES

SUSTENTABILIDADE NO TRANSPORTE DE MERCADORIAS
O PROTOCOLO DE KIOTO
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Os problemas ambientais estão presentes no nosso quotidiano, as negociações do Protocolo de Kioto da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas ultimaram-se a 11 de Dezembro de 1997 e estabelece que as nações industrializadas alcancem objectivos específicos, legalmente obrigatórios, de emissão dos seis gases com efeito de estufa. O Tratado foi assinado em 16 de Março de 1998.
O Protocolo de Kioto sobre as alterações climáticas é um instrumento internacional que tem por objectivo reduzir as emissões dos seis gases causadores do aquecimento global em aproximadamente 5% no período que vai desde o ano 2008 a 2012, em comparação com as emissões registadas em 1990. É necessário assinalar que isto não significa que cada país deva reduzir as suas emissões de gases em 5%, pois trata-se de uma percentagem a nivél global, sendo que cada país sujeito ao protocolo de Kioto tem as suas próprias percentagens de redução de emissão de gases.
Este instrumento enquadra-se na Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (CQNUAC), subscrita em 1992 naquilo que se conheceu como a Cimeira da terra do Rio de Janeiro. O Protocolo veio dar força ao que até então a UNFCCC não conseguiu fazer.
A União Europeia, como agente especialmente activo na concretização do Protocolo, comprometeu-se a reduzir as suas emissões médias totais durante o período 2008-2012 em 8% em relação às de 1990. Não obstante, para cada país outorgou-se uma margem distinta em função de diversas variáveis económicas e ambientais segundo o principio de repartição,
(p.Ex. França (0%), Espanha (+ 15%), Portugal (+27%).

sexta-feira, 27 de março de 2009

SUSTENTABILIDADE NO TRANSPORTE DE MERCADORIAS

PROTOCOLO DE KIOTO
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O Protocolo de Kioto sobre as alterações climáticas é um instrumento internacional que tem por objectivo reduzir as emissões dos seis gazes causadores do aquecimento global em aproximadamente 5%, no período que vai desde o ano 2008 a 2012, em comparação com as emissões registadas em 1990.
A União Europeia comprometeu-se a reduzir as suas emissões médias totais em 8%. Para cada Estado Membro outorgou-se uma margem em função de diversas variáveis economias e ambientais (p.ex:França (0%), Espanha (+15%), Portugal (+27%).
O desenvolvimento sustentável é defenido como a forma de gestão responsável do presente sem comprometer o futuro.
A protecção do meio ambiente constitui um objectivo comum nas políticas de transporte e de coesão a nível comunitário.
A política comunitária de Transportes tem destacado cada vez mais a importância de uma mobilidade sustentável, baseada fundamentalmente na redução dos impactos ambientais, impulsionando a transferência modal permitindo a utilização das modalidades de transporte mais respeitosas do meio Ambiente.
Respeite o ambiente

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