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quarta-feira, 14 de julho de 2010

GRUPO SOUSA ESTÁ COMPRADOR DA "BOXLINES"


O rumor, de tão prolongado no tempo, tornou-se ensurdecedor. E agora parece tornar-se verdade: O Grupo Sousa, que detém a Empresa de Navegação Madeirense, deverá concretizar em breve a aquisição da BoxLines Navegação, uma empresa do universo Sonae. A notícia é avançada pelo Diário de Notícias da Madeira.
O negócio poderá estar próximo de se concretizar, sendo já voz corrente no mercado - com referências públicas nos Açores - que o negócio dificilmente está por um fio, avança o diário.
Os pormenores das negociações são desconhecidos. Quanto ás empresas e seus administradores, tanto um (Luís Miguel Sousa) como outro (Belmiro de Azevedo) não primam pela divulgação dos negócios em que se envolvem.
A BoxLines Navegação iniciou a sua atividade em Outubro 1999 no transporte de contentores de e para os Açores e Madeira, com navios afretados em regime de casco nú.
Empresa do Grupo Sonae, em 2009 a Boxlines transportou 17.575 teu, o que lhe dá uma quota de mercado de 29,9%.
Fonte: Cargo News

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

TUI PODE TER QUE RECOMPRAR MAIS HAPAG-LLOYD


O grupo Tui poderá ver-se obrigado a recomprar mais de 33,3% da Hapag-Lloyd para viabilizar o negócio da venda da companhia marítima, de acordo com a imprensa germânica.

Nos termos do acordo assinado com o consórcio Albert Ballin, o grupo Tui venderá a Hapag-Lloyd por 4,5 mil milhões de euros e recomprará depois 33,3% da companhia por 700 milhões de euros. Acontece, porém, que o consórcio comprador está a sentir enormes dificuldades em reunir o capital necessário, o que, no limite, pode inviabilizar a operação.

O Royal Bank of Scotland, um dos previstos financiadores, foi entretanto nacionalizado e retirou-se do negócio; o HSH Nordbank, um dos membros do consórcio, está ele próprio em dificuldades, a necessitar de uma ajuda extraordinária dos dois estados alemães que o controlam; e mesmo Klaus Michael Kuhene, que à partida ficaria com 25,1%, estará agora interessado em reduzir a sua exposição.

Sempre de acordo com notícias vindas a público, os promitentes compradores terão sondado o grupo Tui no sentido de baixarem o preço. Sem sucesso, a avaliar pelas declarações do portas-voz do grupo, quando afirmou que o preço não seria renegociado.

O grupo Tui terá entretanto disponibilizado um crédito mais de mil milhões de euros para ajudar a Hapag-Lloyd a enfrentar os tempos difíceis por que passa o shipping. Mas o acordo ainda não está fechado. Quando a venda ficar concluída, a Hapag-Lloyd terá empréstimos no total de dois mil milhões de euros, incluindo 1.3 mil milhões transferidos da Tui.

Em aberto está ainda a possibilidade de a Tui recomprar mais do que os 33,3% da Hapag-Lloyd inicialmente acordados, na prática assumindo para si a diminuição das posições dos outros investidores. Resta saber até onde irá essa disponibilidade.

Apesar dos rumores, o grupo alemão mantém a expectativa de fechar a venda da Hapag-Lloyd até à apresentação dos seus resultados anuais, agendada para 25 de Março próximo.
Fonte: Transportes & Negócios

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

PHP E EVERGREEN TROCAM POSIÇÕES EM TERMINAIS EUROPEUS


A operadora portuária Hutchison Port Holdings (HPH) confirmou ter chegado a acordo com o armador Evergreen para a aquisição de uma parte do capital social do Taranto Container Terminal Spa (TCT). A HPH pretende realizar um acordo de troca de posições - a Evergreen cede uma quota do TCT em troca de uma participação minoritária nos terminais London Thamesport (LTP), em Londres, e ECT Delta, em Roterdão.Esta operação permitirá à HPH passar a dispor de um centro de transhipment próprio no Mediterrâneo central, enquanto que o grupo armador de Taiwan passará a dispor de participação societária em dois importantes terminais de contentores no norte da Europa.

Informação colhida através de / Text Copyrights: cargo News

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

HAPAG LLOYD FICA EM MÃOS ALEMÃS



No passado dia 02 de Outubro informei que o Gigante Hapag-Lloyd não iria saír da Alemanha ,bem hoje temos mais dados sobre a referida permanencia:

A operadora turística alemã TUI anunciou hoje que vendeu a sua participação maioritária na divisão de transporte marítimo de mercadorias Hapag-Lloyd a um consórcio, por 4,45 mil milhões de euros.O grupo alemão adianta que o Conselho de Supervisão da TUI aprovou a venda da sua compatriota Hapag-Lloyd, ficando com uma participação de 33,33% no capital da nova empresa, com o preço de aquisição de 700 milhões de euros.O CEO da TUI, Michael Frenzel, afirmou que "a venda de apenas dois terços da Hapag-Lloyd tornou este preço possível. Por outro lado, a nossa participação vai conceder-nos a oportunidade de beneficiar do potencial dos futuros resultados da empresa." Esta operação está ainda sujeita à aprovação das autoridades reguladoras da concorrência. Na sequência deste desenlace, a outra entidade concorrente, a armadora NOL, retirou a sua oferta vinculativa.

Informação colhida através de / Text Copyrights: Cargo News.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

GRIMALDI LANÇA OPA SOBRE A MINOAN LINES




O Grupo Grimaldi anunciou uma OPA geral sobre o capital da Minoan Lines, companhia grega de que já detém mais de 33% do capital. O grupo italiano pretende, todavia, manter a empresa cotada em Bolsa, a exemplo do que acontece com a Finnlines, que também controla.

O lançamento da OPA geral é uma obrigação que decorre do facto de o Grupo Grimaldi ter ultrapassado o limite de um terço do capital social da Minoan Lines. A contrapartida oferecida é de 5,29 euros por acção, valor que incopora um prémio de 18,8% sobre a cotação média dos últimos seis meses. A oferta avalia a Minoan Lines em cerca de 375 milhões de euros.

Sediada em Heraklion (Creta), a Minoan Lines opera seis ferries nas ligações entre a Grécia e Creta e Itália. No ano passado, transportou 1,57 milhões de passageiros, 283 mil automóveis e 153 mil trailers.
O reforço da posição do Grupo Grimaldi na Minoan Lines insere-se na estratégia de criação de uma rede pan-europeia de companhias a actuar no short sea shipping, com serviços ro-pax. A rede existente já cobre os mares do Norte e Báltico (com a Finnlines, de que detém 64% do capital), o Mediterrâneo (Sul da Europa e Norte de África, com a Grimaldi Lines) e o Mediterrâneo Oriental (com a Minoan Lines).

Informação colhida através de / Text Copyrights: Transportes & Negócios.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

OS ALEMÃES SUPERAM ASSIM A OFERTA DA NOL PELA HAPAG-LLOYD


A Hapag-Lloyd deverá continuar alemã, mesmo depois de vendida pela Tui. O consórcio germânico ofereceu mais pela companhia do que a NOL, o outro concorrente, avança o FT Deutschland.

O consórcio de investidores apadrinhado pela cidade de Hamburgo, e onde pontifica o líder da K+N, Klaus-Michael Kuehne, terá oferecido mais de quatro mil milhões de euros pela Hapag-Lloyd, de acordo com o diário financeiro alemão.

A NOL, controlada pelo fundo estatal de Singapura, Temasek, ter-se-á ficado, por seu turno, pelos 3,5 mil milhões de euros.

A ser assim, e uma vez que o objectivo da Tui é capitalizar ao máximo a venda da Hapag-Lloyd, tudo indica que a companhia, número cinco no ranking mundial do transporte marítimo de contentores, será vendida aos investidores alemães.

Nos últimos tempos, os potenciais investidores germânicos foram muito pressionados para fazerem uma oferta que garanta a manutenção da Hapag-Lloyd em Hamburgo e na Alemanha. E a verdade é que nos últimos dias vários terão sido os homens de negócios a juntar algumas centenas de milhão de euros para o consórcio.


Informação colhida através de / Text Copyrights: Cargo News.



  1. O Orgulho Alemão em não deixar saír este Gigante Armador.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

SOLUÇÃO DE HAMBURGO - APRESENTA PROPOSTA PARA A COMPRA DA HAPAG-LLOYD







O banco privado alemão M.M. Warburg & Co. revelou ter apresentado uma oferta vinculativa de aquisição da companhia de transporte marítimo Hapag-Lloyd, seguindo indicações do grupo de investidores Albert Ballin, sociedade que tem o apoio da edilidade de Hamburgo e se formou exclusivamente para este negócio. O valor não foi revelado, mas alguns analistas consideram que para o grupo TUI, que controla a Hapag-Lloyd, se trata de "uma boa oferta, apresentada numa situação difícil".Esta denominada "solução de Hamburgo" integra investidores institucionais, públicos e privados, e pretende manter a Hapag-Lloyd como sociedade independente com sede em Hamburgo, garantir o seu sucesso económico e o seu contínuo desenvolvimento.

… e NOL segue-lhe os passosO grupo de transporte marítimo e logístico Neptune Orient Lines (NOL), sediado em Singapura, confirmou a apresentação de uma oferta vinculativa sobre a actividade de transporte de contentores da alemã Hapag-Lloyd. A NOL é um armador de linha através da filial APL, que detém uma frota de cerca de 130 porta-contentores com a capacidade total de 460 mil teu. A companhia tem ainda em carteira, a aguardar a entrega pelos estaleiros, mais cinco navios, que totalizam 33 mil teu. A Hapag-Lloyd, por sua vez, é proprietária de 130 porta-contentores, que lhe dão uma capacidade total de transporte de cerca de 510 mil teu. Esta compra da APL levaria o armador de Singapura a alcançar a francesa CMA CGM, dona de cerca de 390 navios (960 mil teu). À frente destas duas no ranking apenas ficariam a A.P. Møller-Mærsk (dois milhões de teu) e o grupo Mediterranean Shipping Company (MSC), com 1,4 milhões de teu.


Informação colhida através de / Text Copyrights: Cargo News.

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