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domingo, 26 de julho de 2009



Holandeses do Damen Group nos ENVC

Os holandeses do Damen Shipyards Group foram os escolhidos pelo Governo português para parceiros estratégicos dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. O acordo de princípio foi hoje assinado.

No dia em que os ENVC baptizaram o primeiro navio de patrulha oceânico encomendado para a Marinha, o Estado rubricou com o Damen Shipyards Group um memorando de entendimento para uma parceria estratégica, ao nível da gestão dos estaleiros portugueses.

O grupo holandês detém uma rede de 30 estaleiros e instalações um pouco por todo o mundo: Suécia, R.P. China, Roménia, Cuba, Dubai, África do Sul ou Reino Unido. As suas origens remontam a 1875 e desde então já construiu mais de 4 000 navios comerciais e militares.

A construção de navios para fins militares é, de resto, o seu forte, e daí o interesse do seu know-how para a gestão dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, a braços que estão com várias encomendas para a Marinha nacional.

O grupo Damen emprega cerca de 8 500 trabalhadores e realizou no último ano um volume de negócios de cerca de 1,5 mil milhões de euros.

O memorando de entendimento hoje assinado prevê apenas uma parceria ao nível da gestão dos estaleiros de Viana do Castelo. Mas o ministro da Defesa, Severiano Teixeira, admite que com o tempo se poderá evoluir para a entrada dos holandeses no capital social, mas sempre numa posição minoritária porque os ENVC manter-se-ão uma empresa pública.

Para além dos navios encomendados pela Defesa nacional, os ENVC têm em curso a construção de dois navios multipurpose (contentores e carga a granel). Recentemente a empresa foi notícia por causa de ter falhado a entrega de dois navios encomendados pela Atlântico Line para os Açores.
Fonte: Transportes & Negócios
Conheço o grupo Damen Shipyards Group, já tive a oportunidade á uns anos atrás estar na referida empresa.
Daquilo que vi na altura fiquei realmente impressionado com o referido estaleiro. Não conheçendo premonorizadamente a referida parceria, parece-me interessante esta aventura com o grupo Holandês.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

WORLD'S 1ST DEEP SEA WATER CRUDE OIL RIG, STORAGE PLATFORM UNVEILED

The Sevan Driller, the world's first cylinder-shaped deep sea water crude oil rig and bulky storage platform, which is constructed by the Nantong Shipyard under China Ocean Shipping (Group) Company (COSCO), is unveiled during a launching ceremony in Nantong City, east China's Jiangsu Province, June 28, 2009. The rig boasts a capacity of drilling of wells up to 40,000 feet in water depths of up to 12,500 feet, a variable deckload of more than 15,000 metric tons and high storage capacity of bulk materials. (Xinhua/He Jianrong).

The Sevan Driller, the world's first cylinder-shaped deep sea water crude oil rig and bulky storage platform, which is constructed by the Nantong Shipyard under China Ocean Shipping (Group) Company (COSCO), is unveiled during a launching ceremony in Nantong City, east China's Jiangsu Province, June 28, 2009. The rig boasts a capacity of drilling wells up to 40,000 feet in water depths of up to 12,500 feet, a variable deckload of more than 15,000 metric tons and high storage capacity of bulk materials. (Xinhua/He Jianrong).

Photo taken on June 28, 2009 shows the Sevan Driller, the world's first cylinder-shaped deep sea water crude oil rig and bulky storage platform, which is constructed by the Nantong Shipyard under China Ocean Shipping (Group) Company (COSCO), being unveiled during a launching ceremony in Nantong City, east China's Jiangsu Province. The rig boasts a capacity of drilling wells up to 40,000 feet in water depths of up to 12,500 feet, a variable deckload of more than 15,000 metric tons and high storage capacity of bulk materials.(Xinhua/He Jianrong).

Photo taken on June 28, 2009 shows the Sevan Driller, the world's first cylinder-shaped deep sea water crude oil rig and bulky storage platform, which is constructed by the Nantong Shipyard under China Ocean Shipping (Group) Company (COSCO), being unveiled during a launching ceremony in Nantong City, east China's Jiangsu Province. The rig boasts a capacity of drilling wells up to 40,000 feet in water depths of up to 12,500 feet, a variable deckload of more than 15,000 metric tons and high storage capacity of bulk materials.(Xinhua/He Jianrong.

Photo taken on June 28, 2009 shows the Sevan Driller, the world's first cylinder-shaped deep sea water crude oil rig and bulky storage platform, which is constructed by the Nantong Shipyard under China Ocean Shipping (Group) Company (COSCO), being unveiled during a launching ceremony in Nantong City, east China's Jiangsu Province. The rig boasts a capacity of drilling wells up to 40,000 feet in water depths of up to 12,500 feet, a variable deckload of more than 15,000 metric tons and high storage capacity of bulk materials. (Xinhua/He Jianrong).

Photo taken on June 28, 2009 shows the Sevan Driller, the world's first cylinder-shaped deep sea water crude oil rig and bulky storage platform, which is constructed by the Nantong Shipyard under China Ocean Shipping (Group) Company (COSCO), being unveiled during a launching ceremony in Nantong City, east China's Jiangsu Province. The rig boasts a capacity of drilling wells up to 40,000 feet in water depths of up to 12,500 feet, a variable deckload of more than 15,000 metric tons and high storage capacity of bulk materials.(
(©) Images and text Copyrights; Imagens e Texto com direitos: Xinhuanet

domingo, 28 de junho de 2009

BLOG EM VIAGEM ... ENVC - ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO





M/V " WG MAGELLAN "
em Viana do Castelo
Faça clique nas imagens para aumentar.
Estranho este navio, belo no entanto, será um navio de pesquisa? acho que sim, vi-o nos ENVC - Estaleiros Navais de Viana do Castelo e tenho a certeza.
Agora deixo aos entendidos os referidos comentários.

BLOG EM VIAGEM ... ENVC - ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO

O SÍMBOLO
A ENTRADA
OS MEIOS
O ATLÂNTIDA
Á ESPERA
Faça clique nas imagens para aumentar.

Não solicitei, e claro não consegui entrar, após a visita ao Porto de Viana do Castelo, desloquei-me aos ENVC - Estaleiros Navais de Viana do Castelo, fiquei impressionado com a actividade deste estaleiro nortenho, vários navios em construção (á frente irei mostrar mais fotos). A cidade pareceu-me fantasma...não é só esta cidade...As cidades Portuguesas estão quase mortas!!!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

DANAOS ADIA 15 ENCOMENDAS DE PORTA-CONTENTORES


A Danaos, um dos mais importantes armadores gregos, negociou com estaleiros chineses e sul-coreanos o adiamento da entrega de 15 novos navios porta-contentores.

Cinco navios de 8 350 TEU, encomendados à China Shipbuilding and Trading, serão atrasados em cerca de 200 dias cada. Outros dez navios, encomendados à Hanjin Heavy Industries, serão atrasados em média três meses cada um. São cinco navios de 6 500 TEU e cinco de 3 400 TEU.

A Danaos tem encomendado um total de 29 navios porta-contentores.

Com este reescalonamento das entregas, o armador grego prevê agora receber seis navios este ano, 12 em 2010 (ainda que três, agendados para Dezembro, possam passar para 2011) e 11 em 2011.

Todos os navios têm garantidos contratos de fretamento de longo termo, sem possibilidades de serem alterados, garante o armador.
Fonte: Transportes & Negócios

domingo, 19 de abril de 2009

ANTI-CICLONE


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(©) Images and text Copyrights; Imagens e texto com direitos: Manuel Maria C. Bettencourt, Santa Cruz da Graciosa.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

AVEIRO - NAVALRIA COM ENCOMENDAS DE 20 NAVIOS E 120 NOVOS EMPREGOS



A Navalria ganhou dimensão internacional depois de ser adquirida pelo grupo Martifer. Ganhou a construção de dois “ferries” e está à beira de conseguir uma encomenda da Venezuela de 20 navios de pesca
A Navalria está à beira de conseguir um negócio que equivale a uma encomenda para a construção de 20 navios de pesca para a Venezuela, depois do anúncio feito da assinatura de um contrato entre a Transtejo e aquela empresa de Aveiro para a construção de dois “ferries” (para transporte de 360 passageiros e 29 automóveis), no valor de 13,9 milhões de euros, que implica a contratação de 120 novos trabalhadores, que se juntarão aos actuais 75. Neste caso em que a Navalria e a Transtejo já assinaram o contrato para a construção dos dois navios, a primeira embarcação será entregue em Novembro do próximo ano e a segunda em Novembro de 2010. A participada do grupo Martifer, de Oliveira de Frades, tem um plano de crescimento que se verifica com estas encomendas e um posicionamento novo no mercado. A Navalria foi adquirida pela Martifer, no ano passado, por 4,6 milhões de euros. Para a construção de 20 navios, a Navalria está “prestes a fechar o negócio”, segundo disse o presidente da Martifer, Carlos Martins ao Diário Económico. Este negócio resulta dos recentes encontros entre os governos de Portugal e da Venezuela, passando, assim, pela internacionalização da empresa. Ao Diário de Aveiro, a Martifer apenas referiu, ontem, que “foram iniciadas as negociações”. Avançando para novos mercados, a Navalria passa a constituir-se como um operador de reparação naval de dimensão nacional e internacional. Pelo facto de ainda não ter assinado o contrato para a construção dos navios de pesca, Carlos Martins não indica o montante deste investimento. A aquisição da Navalria teve em vista não apenas o sector da construção naval, mas também visando o desenvolvimento de equipamentos para energia das ondas. Será um centro de desenvolvimento de equipamentos para aproveitamento da energia das ondas, dirigido a países do Norte da Europa.
Informação colhida através de / Text Copyrights: Diário de Aveiro

sábado, 8 de novembro de 2008

CMA CGM MANTEM A ENCOMENDA DOS NAVIOS


A CMA CGM anuncia que irá manter a sua grande ordem de encomendas de navios apesar do recente abrandamento económico. A declaração surge numa altura em que surgem rumores de cancelamentos dos navios de contentores ainda por construir, com alguns analistas a sugerir que uma parte deles sejam adiados. Numa entrevista recente à Lloyd's List, o director da divisão de comércio este-oeste comércio da CMA CGM, Nicolas Sartini, disse que cerca de 80% das encomendas da operadora já estão financiadas. Sartini acrescentou que as restantes ordens que ainda estão sujeitas a financiamento foram aquelas com entregas em 2011.
Informação colhida através de / Text Copyrights: Cargo News

domingo, 2 de novembro de 2008

LISNAVE COM ANO EM CHEIO


Lisnave continua a sequência resultados positivos que têm caracterizado os últimos anos de actividade da empresa, tendo registado, novamente, um significativo aumento do volume de trabalho por navio. Entre Janeiro e Setembro deste ano reparou 105 navios nos estaleiros da Mitrena, mais três do que em igual período de 2007.
As boas perspectivas em termos de aumento do volume de trabalho vão manter-se nos próximos meses, uma vez que a empresa "tem um caderno de reservas praticamente cheio até ao final do ano e já outros navios reservados até meio de 2009" refere a empresa em comunicado.
Num dos raros momentos em que falou em público desde o início do processo de reestruturação da Lisnave, há oito anos, o administrador, José Rodrigues, sublinhou recentemente na conferência "Região de Setúbal Oportunidades de Desenvolvimento", organizada pela Sado 2000, os resultados positivos da empresa. "Até Agosto de 2008 já obtivemos resultados superiores a 2007. Além disso, temos mais de 180 jovens em formação e boas perspectivas de sustentabilidade futura", frisa.
O responsável congratula-se por o estaleiro da Mitrena ter recuperado a "forte imagem de qualidade e prestígio internacional", granjeando, actualmente, de uma "grande reputação e credibilidade". "Somos um dos "top 5" a nível mundial no sector da reparação naval", frisou.
A empresa continua a receber todo o tipo de navios, mas continuam a ser os petroleiros (com 75 unidades reparadas só nos primeiros nove meses deste ano) os que mais contribuem para os bons resultados. Os 105 navios reparados durante este período pertenciam a 54 clientes oriundos de 30 países, com destaque para Singapura e Grécia, com 16 cada, mas também a Alemanha Inglaterra e o Chipre, o que revela a forte competitividade que a empresa assume cada vez mais no mercado global da manutenção e reparação naval.
O "repeated business" está também em franco crescimento, já que cada vez mais diversos clientes de todo o mundo confiam por mais do que uma vez a responsabilidade da manutenção dos seus barcos à Lisnave, reconhecendo "a qualidade do trabalho desenvolvido pelo estaleiro".
Importante também para os resultados globais obtidos foram as adjudicações de algumas "grandes e prestigiosas reparações". São os casos da grande reparação do "Negra Hipólita", um dos quatro navios tanque acordados com a Venezuela, bem como as reparações em série de quatro navios tanque do grupo Novoship e de cinco navios tanque da Unicom. De salientar que dos quatro navios tanque acordados com a Venezuela deverá estar a chegar o "Manuela Saenz" e até ao final do ano chegará o "Negra Matea".
Informação colhida através de / Text Copyrights: aeiou.expresso.pt

terça-feira, 19 de agosto de 2008

AQUISIÇÕES

Sul-coreana STX controla 88,37% da norueguesa Aker Yards

O estaleiro naval sul-coreano STX Shipbuilding passou a controlar 88,37% do grupo norueguês de construção naval Aker Yards, proprietário dos ex-Chantiers de l'Atlantique, anunciou hoje a Aker Yards, após a OPA sexta-feira passada.
Obrigada pela lei norueguesa a lançar uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Aker Yards (após ter ultrapassado o nível dos 40% no final de Junho), a STX propôs 63 coroas por acção, elevando a sua participação para 6,84 mil milhões de coroas (cerca de 860 milhões de euros). Em Seul, a STX especificou ter adquirido 48% do capital da Aker Yards por 427,6 milhões, duplicando assim a sua participação no grupo norueguês. Os resultados definitivos da OPA serão publicados na próxima quarta-feira. Um porta-voz da STX disse que a transacção será finalizada a 29 de Agosto, adiantando que a operação "possibilitará à STX entrar na construção de navios de cruzeiro". Os estaleiros passarão a ser designados por STX Europa após uma reunião de accionistas a realizar no princípio de Setembro. A mesma fonte especificou, que na Noruega, a Aker manter-se-à especializada na construção de navios para serviço às plataformas off-shore, enquanto que em França, os estaleiros continuarão especializados na construção paquetes de passageiros e navios de guerra. A semana passada, a Aker Yards anunciou perdas líquidas de 135 milhões de coroas norueguesas (16,9 milhões de euros) no segundo trimestre do ano, ou seja, a terceira perda trimestral consecutiva, contra resultados positivos de 200 milhões de coroas um ano antes. A Aker advertiu que o "abrandamento da economia, a depreciação do dólar e a escalada contínua dos preços das matérias primas poderão enfraquecer temporariamente o futuro da actividade no sector de paquetes de cruzeiro" Aker anunciou ainda a encomenda da armadora Mediterranean Shipping Company (MSC) de navios cruzeiro da classe Musica, a serem construídos nos estaleiros de Saint-Nazaire. Estes dois navios, que se juntam a quatro paquetes da mesma família já encomendados, reforçarão a carteira de trabalhos dos estaleiros franceses até Fevereiro de 2012, data da entrega prevista para o último navio

Informação colhida através de: Lusa/AO online

sábado, 17 de maio de 2008

LISNAVE

Lisnave supera expectativas nos primeiros meses deste ano.

Os estaleiros navais da Lisnave, na Mitrena, conseguiram superar as expectativas previstas e nos primeiros meses deste ano já repararam 27 navios.
A Lisnave com uma actividade de reparação naval muito intensa iniciou o ano acima das expectativas. Nos primeiros meses deste ano, a Lisnave reparou 27 navios, de 22 clientes oriundos de 15 países com a Alemanha (cinco navios), Singapura (cinco navios) e Grécia (quatro navios) a ocuparem posições de destaque.
Da grande variedade de reparações que foram executadas nos primeiros meses do ano, os petroleiros continuam a ser o mercado principal. Dos restantes tipos de navios, seis foram graneleiros, dois de carga geral, dois porta-contentores, dois navios de transporte de gás liquefeito de petróleo (LPG) e um navio de passageiros.
Os petroleiros da AET Shipmanagement (Singapura) continuam a ser um sector do mercado muito importante para a Lisnave, e nos primeiros meses deste ano mais quatro navios deste cliente docaram na Mitrena. Foram eles o Eagle Auriga com 102,352 DWT, o Eagle Carina com 95,639 DWT, o Eagle Corona com 95,634 DWT e o Eagle Toledo com 107,092 DWT.
O navio de LPG SCF Tomsk, operado pela Novoship Lda do Reino Unido, e o Hercules, uma embarcação especializada em trabalhos de colocação de Pipelines no fundo marinho, propriedade da Global Industries, protagonizaram duas das mais importantes reparações efectuadas na Lisnave no início do presente ano. O Hercules é reconhecido pela sua extraordinária versatilidade para desempenhar diversos projectos em águas profundas, intermédias e superficiais. Dispõe de um sistema de posicionamento dinâmico por GPS.
Outros armadores de petroleiros que utilizaram as docas da Lisnave em Setúbal, vieram da Alemanha como a Columbia Shipmanagement com projectos de reparação para os navios Cape Bata com 159,996 DWT e o SKS Sinni com 159,367 DWT, a Ernst Jacob GMBH& CO com o Jill Jacob de 72,908 DWT e a Ahrenkiel Shipmanagement GMBH com o petroleiro Silvia de 35,000 DWT.
Destaque ainda para as reparações do Overseas Luxmar (45,999 DWT) e do Overseas Aquamar (47,4236 dwt), ambos operados pela OSG Ship Management, da Grécia; o Phoenix Bata (104,707 dwt), da Phoenix Energy Navigation, também da Grécia; ainda vindo da Grécia o Elka Hercules (44,481 DWT) da European Product Carriers; o Sanko Brave (103,735DWT) da Sanko Kisen BV, da Holanda; o Barents Sea (105,558 DWT) operado pela Tanker Pacific Management, da Singapura; e General Maritime LDA, o Genmar Strenght (105,674 DWT).
Do mercado dos graneleiros, foram reparados nos estaleiros da Lisnave o Mineral Sines (172,313 DWT), da Oak Maritime (Canada) Inc.; o Clarisa (42,055 DWT), operado pela DMC Maritime Co, Ltd (Coreia do Sul), o Yeoman Bridge (96,772DWT), da V. Ships Ltd, do Reino Unido; o Venturer (127,907 DWT), operado pela Augustea Ship Management S.R.L.; o Wadi Sudr (70,114 DWT), operado pela National Navigation Company; e o Castilo de Arevalo (61,362 DWT), operado pela Empresa Naviera Elcano, S.A, da Espanha.
Quanto aos navios de transporte de LPG, para além do SCF Tomsk (26,424 DWT), a Lisnave reparou o Berge Summit (50,748 DWT), operado pela BW Gas Asa.
os dois naviois de carga geral reparados no estaleiro português foram o Anya (5,177 DWT), operado pela Sea Management Ltd, do Reino Unido, e o Clipper Faith (28,106 DWT), operado pelos ucranianos da Universal Maritime Ltd.
Os projectos de reparação de porta-contentores incluíram o MSC Basel (45,696 DWT), operado pela Reederei F. Laeisz GMBH, da Alemanha, e o Maersk Vyborg (22,049 DWT), da Arkas Denizcilit ve Nakliyat (Turquia).
Quanto ao navio de passageiros Island Escape, reparado pela Lisnave é propriedade da V. Ships Leisures SAM, do Mónaco.
Este foi um período de muito trabalho para a Lisnave, que dispõe de uma razoável carteira de encomendas para o futuro próximo, com mais 25 navios já firmados até Agosto de 2008.

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