quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

CARACTERÍSTICAS DO NAVIO

CARACTERÍSTICAS DO NAVIO

Quem entrar a bordo verá que o navio, além do nome, tem uma série de documentos e dimensões que o caracterizam. O nome é gravado usualmente na proa, em ambos os bordos, local chamado de bochecha, e na popa. Nos navios de guerra, usualmente, é gravado só na popa. Os navios mercantes levam, também, na popa, sob o nome, a denominação do porto de registro.
Os documentos característicos do navio mercante são, entre outros, seu registro (Provisão do Registro fornecida pelo Tribunal Marítimo); apólice de seguro obrigatório; diário de navegação; certificado de arqueação; cartão de tripulação de segurança; termos de vistoria (anual e de renovação ou certificado de segurança da navegação); certificado de segurança de equipamento; certificado de borda livre; certificado de compensação de agulhas e curva de desvio; certificado de calibração de radiogoniômetro com tabela de correção; certificado de segurança rádio; e certificado de segurança de construção.
A cor é muito importante. Antigamente, os navios eram pintados na cor preta. O costume vinha dos fenícios, que tinham facilidade em conseguir betume, e com ele pintavam os costados de seus navios. A pintura era usada, às vezes, com faixas brancas, nas linhas de bordada dos canhões. Somente no fim do século XIX, os navios de guerra abandonaram o preto pelo cinza ou azul acinzentado, cores que procuravam confundir-se com o horizonte ou com o mar das zonas em que navegavam. Entretanto, muitos navios mercantes continuam até os dias de hoje a usar, no costado, a cor preta, principalmente por questão de economia. Era comum, também, navios de guerra pintados por dentro, junto à borda, com a cor vermelha, a fim de que não causasse muita impressão a sangueira durante o combate, confundida, assim, com as anteparas.
Normalmente, as cores da chaminé, nos navios mercantes, possuem a caracterização da companhia de navegação a que pertencem.
Nas embarcações salva-vidas e nas bóias salva-vidas, predomina a preocupação com a visibilidade. Essas embarcações são pintadas, normalmente, de laranja ou amarelo, de modo a serem facilmente vistas. Por esse mesmo motivo, e por convenção internacional, para caracterizar a utilização pacífica e não de guerra dos navios (cor cinza), na Antártica é utilizado o vermelho, inclusive nos costados dos navios por seu contraste com o branco do gelo.
A bandeira, na popa, identifica a nacionalidade do navio, país que sobre ele tem soberania; mas, há uma bandeira, na proa, chamada jeque (do inglês "jack") que identifica, dentro de cada nação soberana, quem tem a responsabilidade sobre o navio. dade sobre o navio. Os navios mercantes usam no jeque a bandeira da companhia a que pertencem; porém, alguns usam a bandeira identificadora de sua companhia na mastreação.
A medida longitudinal do navio é chamada comprimento; e a sua medida transversal, é chamada &oca. O calado é a medida da altura, desde a quilha até a superfície da água, quando o navio está flutuando. O pontal ou pontal moldado é a medida vertical entre o convés principal (vau do convés) e a quilha (base moldada).
Deslocamento é a medida do peso do volume de água que o navio desloca, quando flutuando em águas tranquilas. Esse valor é o peso do navio. Os navios de guerra têm o seu tamanho avaliado pelo deslocamento, enquanto os navios mercantes são medidos pela capacidade de carregar mercadorias – a tonelagem, pois o que mais interessa são as características comerciais. A tonelagem é uma medida de volume e não de peso. A origem do nome vem de antigamente: os navios eram medidos por sua capacidade em carregar tonéis-padrão. Era a tonelagem, de tonéis.
O volume tem utilização comercial. A tonelagem bruta é o volume total do navio e de todos os seus compartimentos fechados. A tonelagem líquida é o volume que constitui a real capacidade comercial do navio. Ela é medida pela tonelagem bruta da qual se deduzem certos espaços não comerciáveis (praça de máquinas, espaços da tripulação, etc). Cada navio tem uma tonelagem oficialmente registrada, que define seu tamanho, e que é utilizada, também, para o cálculo de taxas e impostos. Em geral, essa tonelagem é a líquida, que recebe, então, o nome de tonelagem de registro. Como as formas dos navios são arqueadas, a medida dos volumes internos do navio era difícil de calcular, exigindo o emprego de artifícios especiais para obtê-la; daí o nome arqueação utilizado para designar o cálculo do volume interno dos navios.
Como já vimos, o termo tonelagem nada tem a ver com tonelada, peso. Hoje, é usado para medir a tonelagem, por se tratar de medida de volume, a arqueação, que é o volume de 100 pés cúbicos, ou seja 2,83 metros cúbicos. Diz-se, por exemplo, que o navio "x" tem 2000 de arqueação bruta(ou AB 2000).
Existe, todavia, vantagem em medir a capacidade comercial dos navios, também, pelo peso que ele é capaz de transportar, o que dá uma idéia de tamanho. Esse peso é usualmente denominado pela expressão inglesa "dead weight": - um navio de tantas toneladas "dead weight".
O deslocamento "dead weight" é a diferença entre o deslocamento máximo e o mínimo: a diferença entre o navio pronto para o serviço com o combustível, a aguada, a tripulação, os materiais de consumo e a carga paga, e o navio pronto para o serviço, mas sem combustível, sem aguada, sem materiais de consumo, sem carga e sem tripulação. Conclui-se que o deslocamento de combustível, de aguada, dos materiais de consumo, da tripulação e da carga paga, reflete-se na capacidade de carregamento total - a carga bruta.
A carga paga é, portanto, uma parcela da carga bruta. Se variarmos as parcelas de carga bruta, de acordo com as necessidades da viagem a empreender, é possível obter maior parcela de carga paga e daí melhor aproveitamento da capacidade comercial do navio.
A propulsão é outra característica importante do navio. Ela é obtida por hélice (s) - o hélice do navio, tradicionalmente, na Marinha, é no masculino - que é movimentado a motor diesel ou elétrico, a máquina alternativa, a turbina a vapor ou a gás. Para efeito de regulamentos internacionais, um navio movido a hélice ou, mais raramente, a rodas, é uma navio a propulsão mecânica.
Os navios ditos nucleares continuam sendo impulsionados pêlos mesmos hélices. Nuclear é somente a energia utilizada na produção de vapor para as turbinas que os movem; o combustível é que é nuclear. Os navios a motor diesel ou os navios a vapor, convencionais, utilizam energia obtida de combustíveis comuns: óleo diesel ou óleo combustível para caldeira ("bunker") ou uma mistura de diesel e óleo "bunker" (o "Navy Special"). As turbinas a gás utilizam combustível diesel de tipos mais leves (conhecidos como Mar-C, JP-5, etc).
Os navios a vela não são considerados de propulsão mecânica. Antigamente, da mesma forma que hoje se diz um navio "a motor ou turbina", dizia-se que um navio era "armado em galera" ("full rigged ship"), "em barca" ("bark"), "em brigue" ("brigg") ou "em escuna" ("scoon"), o que lhe caracterizava a propulsão, relacionada, assim, com a sua capacidade de utilizar o vento.
As características de combate tinham natureza e os tipos mais comuns eram: naus (navios de batalha), navios de linha (navios de linha de combate); fragatas ("frigates"); e corvetas ("courvetes"). Essa classificação tinha a ver com o número de cobertas, isto é, conveses de canhões.Historicamente, a velocidade não tem evoluído muito, a não ser para os submarinos que, hoje, podem desenvolver cerca de quarenta nós. Os demais navios não suportam, por muito tempo, velocidades altas. Há contratorpedeiros (CT), fragatas, corvetas e navios patrulha que desenvolvem, durante um bom período, velocidades de até trinta e seis nós. Vinte e cinco nós, para muitos navios, e dezoito a quinze, para a maioria, são velocidades usuais, de cruzeiro, em navios mercantes e navios de guerra. Historicamente, não é um grande passo. Os navios a vela, particularmente os "clippers", atingiam quinze e, às vezes, dezessete nós. A desvantagem é que dependiam da intensidade e da direção do vento. Os de propulsão mecânica, à época, eram mais regulares, embora mais lentos, alcançando cerca de dez nós. Comercialmente, foi a regularidade e não a velocidade que superou os "clippers", definitivamente, e, com eles, os navios a vela. Hoje, alguns tipos de embarcações com construção e propulsão especiais têm obtido velocidades expressivas, porém, operam com restrição no raio de ação e relativamente às condições de mar. É o caso dos "hovercrafts", que se utilizam de sistema de "sustentação" ou "colchão de ar", e os que se utilizam de hidrofólios e aqua-turbo propulsores.
A velocidade é medida em milhas náuticas por hora, a milha náutica equivale ao comprimento do arco de um minuto de latitude. Com o achatamento da Terra, esse comprimento varia do Equador para os Pólos e é usado, então, como o valor padrão 1.852,4m, no sistema métrico, ou 2027 jardas, no sistema inglês, que é a medida de um minuto de latitude, na latitude de 48 graus. A velocidade de uma milha náutica por hora é vim nó. A palavra nó vem da forma antiga de medir-se a velocidade, o andamento dos navios. Primitivamente, jogava-se um pedaço de madeira à água, na proa e media-se com uma ampulheta o tempo que o navio levava para que tal pedaço passasse pela popa. Com o comprimento do navio e o tempo tinha-se a velocidade. Ainda hoje, em inglês, a palavra "log" (pedaço de madeira) significa odômetro - instrumento usado para medir a velocidade do navio. Com o correr do tempo, passou-se a medir a velocidade do navio de melhor forma. Jogava-se à água, pela popa, uma barquinha, uma espécie de triângulo de madeira, com um dos lados mais pesado, que, portanto, flutuava com um ângulo para cima. O artefato era preso a um cordel, um cabo fino, cuja outra extremidade segurava-se a bordo. Uma vez lançado à água, flutuando, e com o navio afastando-se da barquinha, quem segurava o cordel ia largando o cabo e, em sincronia, contava o tempo em uma ampulheta (estando já calculada a quantidade total de areia para um tempo conhecido). O cordel era cheio de nós, colocados de forma a que, combinado com o tempo decorrido para esvaziar a ampulheta, desse a velocidade em milhas por hora. Assim, bastava ao operador lançar a barquinha à água, virar a ampulheta e largar o cordel, deixando passar os nós e contá-los até que a ampulheta ficasse com a ampola superior vazia. O total de nós dava a velocidade.
Informação colhida através de / Text Copyrights: Várias fontes na NET

RESULTADOS - PRÉMIOS TRANSPORTES & NEGÓCIOS


Chegou ao fim a sétima edição dos PRÉMIOS DE CARGA T&N. Mais de 100 convidados, reunidos no Porto, conheceram “em primeira mão” os 18 vencedores das 21 categorias. A votação mais participada de sempre resultou em várias mexidas relativamente à edição de 2007.

A Lufthansa Cargo, a TAP Air Portugal e a FedEx estiveram em destaque na noite dos PRÉMIOS DE CARGA T&N, ao conseguirem triunfar em duas categorias. A companhia alemã logrou ainda reeditar a vitória como Melhor Companhia Aérea Global.

No Transporte Marítimo não houve quem arrebatasse mais do que um título. Destacou-se, ainda assim, a Maersk Line, número um mundial no transporte de contentores, que se sagrou Melhor Armador Global.

À sétima edição, verificou-se o sétimo recorde consecutivo de votantes. Um reconhecimento explícito da importância e da credibilidade dos PRÉMIOS DE CARGA T&N, que além do mais favoreceu disputas renhidíssimas em muitas das categorias e, mais, a mudança de titulares numa mão cheia delas.

A British Airways destronou a TAP Air Portugal como Melhor Companhia para as Américas; a DB Schenker sucedeu à Kuehne+Nagel como Melhor Agente de Carga Aérea; a Delmas substituiu a Nile Dutch enquanto Melhor Armador Portugal-África; a MSC Portugal foi, desta feita, o Melhor Agente de Navegação, em vez da Garland Navegação; e a Expeditors retirou à Kuehne+Nagel o título de Melhor Transitário de Carga Marítima.

Nas demais categorias, os vencedores do ano passado renovaram os títulos respectivos, ainda que na maioria dos casos com menor vantagem sobre os demais concorrentes.

Mais de 100 empresários, dirigentes e quadros do sector participaram no Jantar-Festa dos PRÉMIOS DE CARGA T&N, o que também constituiu só por si um recorde. Da entrega dos PRÉMIOS aos seus legítimos vencedores encarregaram-se Matos Fernandes, presidente da APDL, Luís Marques, administrador da APA, António Dias, presidente da Apat, António Vitorino, vice-presidente da Apat, Alves Vieira, presidente executivo da Apat, Joaquim Azeredo, presidente da Agepor, Belmar da Costa, director executivo da Agepor, Martins Pereira Coutinho, Armindo Pires, em representação da ANA – Aeroporto do Porto, e Paulo Vilarinho.

A edição deste ano dos PRÉMIOS DE CARGA T&N foi patrocinada pela Apat, ANA – Aeroporto do Porto, Comunidade Portuária de Lisboa, Agepor, APTMCD e IPTM.

Em 2009, já se sabe, haverá nova edição dos PRÉMIOS DE CARGA. Os vencedores serão anunciados a 26 de Novembro.

Como já é também tradição, o lucro do Jantar dos PRÉMIOS DE CARGA T&N destinar-se-á a apoiar uma IPSS da Cidade do Porto.

Transporte Aéreo

Melhor Companhia Aérea Global – LUFTHANSA CARGO

Melhor Companhia Aérea para a Europa – TAP AIR PORTUGAL

Melhor Companhia Aérea para as Américas – BRITISH AIRWAYS

Melhor Companhia Aérea para o Oriente – LUFTHANSA CARGO

Melhor Companhia Aérea para África – TAP AIR PORTUGAL

Melhor Integrator – FEDEX

Melhor Agente de Carga Aérea – DB SCHENKER

Melhor Agente de Handling – PORTWAY

Melhor Companhia de Serviço Expresso Aéreo – FEDEX

Transporte Marítimo

Melhor Armador Global – MAERSK LINE

Melhor Armador de Cabotagem Nacional – TRANSINSULAR

Melhor Armador de Short Sea Shipping – DELPHIS/TEAM LINES

Melhor Armador Portugal-Ásia – EVERGREEN

Melhor Armador Portugal-África – DELMAS

Melhor Armador Portugal-América do Norte – HAPAG-LLOYD

Melhor Armador Portugal-América Latina – HAMBURG-SÜD

Melhor Operador de Terminal de Contentores – TCL

Melhor Operador de Terminal de Carga Geral – TCGL

Melhor Agente de Navegação – MSC

Melhor Transitário de Carga Marítima – EXPEDITORS


Informação colhida através de / Text Copyrights: Transportes & Negócios

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

TERMOS USADOS NO SHIPPING


FORWARDER:

Expedidor, despachante; (freight forwarder - agente de carga).

AMSA JÁ ESTÁ NO CAIS DE SODRÉ

A 20 de Novembro passado o staff administrativo da Agência Marítima Europeia de Segurança (EMSA) mudou-se para as novas instalações de Lisboa, junto ao Cais do Sodré. A ocasião ficou ainda marcada pela eleição de Jørgen Hammer Hansen como novo presidente da Agência, e Serghios Serghiou como vice-presidente. Hammer Hansen é actualmente o director-geral da Autoridade Marítima dinamarquesa, e Serghiou é director do departamento cipriota da marinha mercante. O director executivo da EMSA Willem de Ruiter agradeceu a Brian Wadsworth e Francis Vallat (anteriores presidente e vice-presidente) as suas valiosas contribuições para o desenvolvimento destes primeiros seis anos da EMSA.A agência aprovou também o orçamento de 2009 e as contas consolidadas de 2007, analisou os progressos feitos para a instalação do centro de dados europeu LRIT, os últimos desenvolvimentos relativos ao sistema de monitorização por satélite CleanSeaNet e a rede de prontidão permanente de recolha de derrames poluentes de origem marítima.
Informação colhida através de / Text Copyrights: Cargo News

A.E.DO MAR ENTRE ESPANHA E FRANÇA EM FASE FINAL

Mariano Navas, presidente da Puertos del Estado (holding que congrega os portos espanhóis), revelou que a negociação entre os governos francês e espanhol sobre o concurso público das A.E. do Mar entre ambos os países se encontra já na fase final, prevendo-se que a adjudicação oficial se efectue no primeiro trimestre do próximo ano, por forma a que as rotas que se candidatem estejam a funcionar com ajudas públicas a finais de 2009.As autoridades espanholas revelam que o processo de negociação está na fase de definição de detalhes entre armadores e os departamentos de ambos os executivos, mas não precisaram se o acordo final será conseguido ainda este ano, como esteve previsto há alguns meses. Mariano Navas aludiu, em recente conferência organizada em Vigo a dois projectos pré-seleccionados pela comissão franco-espanhola - um liderado por Acciona Trasmediterránea, que cobre a rota de Vigo a Saint Nazaire, e o da Grimaldi-Dreyfus Lines, que liga Gijón aos terminais franceses de Nantes e Saint Nazaire, em que cada uma receberá uma subvenção aproximada de 30 milhões de euros, proporcionado em partes iguais por ambos os governos. Navas revelou também que os dois países vão solicitar à União Europeia poder ampliar as ajudas de três a cinco anos.
Informação colhida através de / Text Copyrights: Cargo News

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

AVEIRO - NAVALRIA COM ENCOMENDAS DE 20 NAVIOS E 120 NOVOS EMPREGOS



A Navalria ganhou dimensão internacional depois de ser adquirida pelo grupo Martifer. Ganhou a construção de dois “ferries” e está à beira de conseguir uma encomenda da Venezuela de 20 navios de pesca
A Navalria está à beira de conseguir um negócio que equivale a uma encomenda para a construção de 20 navios de pesca para a Venezuela, depois do anúncio feito da assinatura de um contrato entre a Transtejo e aquela empresa de Aveiro para a construção de dois “ferries” (para transporte de 360 passageiros e 29 automóveis), no valor de 13,9 milhões de euros, que implica a contratação de 120 novos trabalhadores, que se juntarão aos actuais 75. Neste caso em que a Navalria e a Transtejo já assinaram o contrato para a construção dos dois navios, a primeira embarcação será entregue em Novembro do próximo ano e a segunda em Novembro de 2010. A participada do grupo Martifer, de Oliveira de Frades, tem um plano de crescimento que se verifica com estas encomendas e um posicionamento novo no mercado. A Navalria foi adquirida pela Martifer, no ano passado, por 4,6 milhões de euros. Para a construção de 20 navios, a Navalria está “prestes a fechar o negócio”, segundo disse o presidente da Martifer, Carlos Martins ao Diário Económico. Este negócio resulta dos recentes encontros entre os governos de Portugal e da Venezuela, passando, assim, pela internacionalização da empresa. Ao Diário de Aveiro, a Martifer apenas referiu, ontem, que “foram iniciadas as negociações”. Avançando para novos mercados, a Navalria passa a constituir-se como um operador de reparação naval de dimensão nacional e internacional. Pelo facto de ainda não ter assinado o contrato para a construção dos navios de pesca, Carlos Martins não indica o montante deste investimento. A aquisição da Navalria teve em vista não apenas o sector da construção naval, mas também visando o desenvolvimento de equipamentos para energia das ondas. Será um centro de desenvolvimento de equipamentos para aproveitamento da energia das ondas, dirigido a países do Norte da Europa.
Informação colhida através de / Text Copyrights: Diário de Aveiro

PORTO DE SÃO TOMÉ



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