domingo, 8 de novembro de 2009
LOGÍSTICA GLOBAL
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
SEGURO DE TRANSPORTES DE MERCADORIAS
Tipo de Bens - Os bens mais susceptíveis de danos requerem prémios mais altos.
O País e distância do Destino - Países com historial de alto risco ou de elevadas perdas ou danos, ou zonas de conflito tem ,aiores prémios e algumas condicionantes de aceitação.
O valor dos bens seguros - Quanto maior for o valor dos bens maior será a indemnização a pagar pelo segurador em caso de danos ou perdas, e o risco potencial de certo tipo de perdas.
O modo de transporte - Geralmente, o transporte por via marítima tem níveis de prémio superiores ao transporte terrestre e por sua vez a via aérea tem um nivél menor do que a terrestre. Em geral é considerado que a segurança que envolve o transporte de mercadorias por via aérea é maior que nos casos dos transportes marítimos ou terrestres, também a rapidez da chegada dos bens neste tipo de transporte expõem a mercadoria por um menor período, aos riscos.
Tipo de Coberturas contratadas - Quanto mais extensa é a cobertura maior é o prémio. Por exemplo, nos casos das coberturas concedidas sobe as Clausulas A, B, e C, os prémios são graduados em função da extensão dos riscos que cada um garante.
Contentor ou Granel - É considerado que o transporte em contentor protege melhor as mercadorias que o transporte a granel.
Tipo de embalagem - Quanto maior for a protecção que a embalagem confere aos bens melhor é a taxa de prémio. Muito Importante é que as conberturas das apólices excluem os danos ocorridos em cargas com embalagem insuficiente ou desadequada.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
CMA CGM

Lisboa passou a integrar a rotação do serviço Femex da CMA CGM, com isso ganhando ligações à importação com o Mediterrâneo Oriental, nomeadamente Grécia e Turquia.
O “novo” Femex, de The French Europe Med Express, passou a servir 16 portos, sendo assegurado por seis navios com capacidade de transporte entre os 1 700 e os 1 850 TEU cada.
No sentido southbound, os navios partem de Zeebrugge e escalam Gotemburgo, Helsingborg e Aarhus, regressando a Zeebrugge, para seguirem para Roterdão e Le Havre, seguindo daí para Malta, que também funciona como hub, em direcção a Piraeus.
O regresso é feito por vários portos da Grécia e Turquia – Tessalónica, Istambul, Gebze, Avcilar, Gemlik e Izmir, passando de novo por Malta, Tanger, Lisboa e directo a Zeebrugge.
Para Lisboa, o novo serviço representa mais uma opção para os importadores de mercadorias do Mediterrâneo Oriental (e bem assim de cargas de outras paragens com transbordo no hub de Malta), além de mais uma solução de exportação para a Escandinávia.
Em resultado deste rearranjo, os portos de Antuérpia, Hamburgo e Bordéus deixaram de integrar a rotação do Femex.
A CMA CGM está representada directamente em Portugal.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
SEGURO DE TRANSPORTES DE MERCADORIAS
Apólice Avulso, Isolada ou por Viagem
A responsabilidade da Seguradora inicia-se com o inicio da viagem e termina com o seu terminus, o prémio é único e calculado em função do risco, das coberturas e do valor
Apólice Anual a prémio fixo
Usada regularmente em conjunto com um seguro de uma frota automóvel. O obejecto seguro é a carga transportada nos veículos rodoviários (propriedade do segurado ou não). O prémio á anual e fixo, sendo calculado com base no máximo seguro por cada veículo.
Apólice Anual a prémio variável
Apólice habitualmente usadas para segurar a totalidade das vendas de uma empresa, sendo cobrado um prémio anual provisional no inicio da anuidade, calculado com base na estimativa de facturação pelos produtos e mercados de destino e certada no final da anuidade com base na facturação real.
Apólice Flutuante - Apólice Aberta (importação-Exportações)
Apólices habitualmente escolhidas para os transportes frequentes e sugeitas a emissão de aplicações ou certificados com declarações periódicas à seguradora, que emite os prémios mensal ou trimestral com base nos valores das declarações.
domingo, 1 de novembro de 2009
ARMADOR NYK REDUZ FROTA

A empresa japonesa tem sido severamente fustigada pela crise financeira, devendo fechar as contas de 2009 com um prejuízo próximo dos 370 milhões de dólares.
Arquivo do blogue
PORTO DE LEIXÕES

