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sexta-feira, 23 de abril de 2010

TRAFÊGO DE CONTENTORES


O tráfego global de contentores mostra uma ligeira recuperação, mas o equilíbrio entre a oferta e a procura ainda demorará dois anos, segundo a estimativa do Deutsche Shipping, a divisão de transporte marítimo do Deutsche Bank.
Após a grave crise de 2009, especialmente para contentores, a recuperação gradual é possível em 2010, mas os armadores têm dificuldade em cobrir seus custos operacionais e amortizações dos empréstimos. Além disso, o tráfego deve aumentar apenas 8% a 9%, o que será diluído pela entrega de muitos navios novos. Esta é a opinião da Deutsche Shipping, a divisão marítima do Deutsche Bank.
"Entretanto, não prevemos quaisquer novas quedas nas taxas de frete e charter", disse Ralf Bedranowsky, diretor de crédito marítimo do Deutsche Bank, que acredita que a economia global atingiu já o fundo da recessão e sua recuperação gradual deverá ter em breve um impacto positivo sobre o transporte de contentores.
Durante os dias mais sombrios de 2009, cerca de 12% da frota mundial de navios de contentores foi desactivada. Este valor é hoje inferior a 10%, em parte devido às velocidades mais baixas praticadas pelos navios, para economizar combustível.
Fonte: cargo News

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

terça-feira, 15 de setembro de 2009

TRÁFEGO DE CONTENTORES DÁ SINAIS DE RECUPERAÇÃO


Tráfego de contentores dá sinais de recuperação

O declínio do tráfego marítimo de contentores abrandou significativamente em Julho, de acordo com os últimos dados divulgados pela European Liner Affairs Association (ELAA). Espanha destaca-se a crescer.

Ainda não é a recuperação desejada, mas o facto é que em Julho os resultados do movimento de contentores nas principais linhas de comércio marítimo deram sinais de melhoria relativa. Por exemplo, nas ligações entre a Europa e a Ásia verificou-se mesmo um acréscimo nas exportações do Velho Continente.

Em Julho, as expedições da Ásia para a Europa caíram 17,1% em termos homólogos, mas o resultado é melhor do que a quebra de 22% registada na média do primeiro semestre. Mais, os 997 715 TEU contabilizados nos dados da ELAA de Julho estão praticamente ao nível do verificado em Janeiro (pouco mais de um milhão de TEU) e superam em 379 mil TEU o resultado de Fevereiro, o pior do ano até ao momento.

No sentido inverso, as exportações da Europa para a Ásia aumentaram 0,05%, para 490 214 TEU. Mas a associação europeia sublinha a existência de diferenças regionais profundas. Enquanto as expedições do Mediterrâneo Ocidental subiram 9,8%, comparativamente com Julho do ano passado, as cargas de Itália cresceram 65% e as de Espanha atingiram os 96%. Já as exportações do Norte da Europa para a Ásia caíram 2,5% e as Mar do Negro/Mediterrâneo Oriental perderam 20%.

No Atlântico o cenário permanece menos encorajador. De acordo com os números da ELAA, em Julho o tráfego westbound caiu 17%, em termos homólogos, para a casa dos 254 mil TEU, enquanto o tráfego eastbound recuou mais 28% para cerca dos 212 mil TEU.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

CMA CGM SEGUE A MAERSK NO AUMENTO DAS TARIFAS


Depois da Maersk, é agora a vez da CMA CGM anunciar aumentos dos preços dos serviços westbound entre a Europa do Norte e os Estados Unidos e Canadá. Os aumentos são de 400 dólares por TEU e 500 dólares por FEU, a praticar a partir de 1 de Setembro.O vice-presidente da CMA CGM DA América do Norte, Jean-Philippe Thenoz admitiu que "o negócio transatlântico é um dos nossos negócios chave, permitindo ao grupo assegurar a cobertura este-oeste global do negócio. A recuperação das percentagens é necessária para manter uma presença viável neste negócio e assegurar o melhor nível de serviços requerido pelos nossos clientes europeus e norte-americanos". No início da passada semana, a Maersk anunciou o aumento das taxas devido a estas terem descido até níveis insustentáveis, num valor igual ao agora fixado pela companhia francesa. Os últimos números da European Liner Association, mostram que as taxas em Abril de 2009 tinham caído 21% no eastbound e 26% no westbound em relação a Abril de 2008.
Fonte: Cargo News.
Nem sempre os aumentos de frete são indicadores de recuperação económica.
Precisamos urgentemente que a governação Obama prossiga com as reformas necessárias para que se faça o estímulo da Economia a nivél Mundial.

Relactivamente a Portugal, os estímulos económicos passam por ajudas suplementares as PME(S) elas são o motor de arranque para as nossas Exportações.


sexta-feira, 13 de março de 2009

ANGOLA - ECONOMIA

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Faça Clique na mensagem para abrir.
Belmiro de Azevedo e Daniel Bessa defenderam ontem à noite a importância de Angola para o combate ao desemprego em Portugal, como destino de emigração e dos produtos da exportação nacional.
Fonte: Público.
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Estive ontem presente neste interessante debate, de facto os dados económicos apontam como um mercado interessante para Portugal.
Vamos apostar nas nossas Exportações...Portugal precisa.

sábado, 24 de janeiro de 2009

SUEZ COMEÇA A VÊR NÚMERO DE NAVIOS A BAIXAR


A quantidade de navios que passa através do canal do Suez caiu entre 35% e 50% em Dezembro, em comparação com o mês anterior e com o mesmo mês do ano atrás, disse uma fonte marítima. Entre os vários motivos contribuíram para o declínio incluem-se a pirataria, a crise financeira e o volume comercializado de mercadorias que transitam pelo canal. Apesar de Dezembro ser um mês tradicionalmente fraco, as quebras foram maiores no mês passado do que em anos anteriores.
A espiral de ataques de pirataria no golfo de Aden ao longo de 2008 levou alguns armadores a evitar o Canal de Suez, no último trimestre do ano, de acordo com fontes do mercado. O Golfo de Aden e a costa Somália representaram 111 dos 285 ataques de pirataria registados em 2008, de acordo com o International Maritime Bureau (IMB).Os ataques levaram a que 42 navios fossem desviados em 2008 (14 deles ainda estão sequestrados, com os seus cerca de 828 tripulantes), disse o IMB. Reorganizar as rotas dos navios passando pelo Cabo da Boa Esperança pode significar mais 14 dias de viagem, bem como custos adicionais de combustível.
Fonte: Cargo News

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

REGIME DE CRÉDITO Á EXPORTAÇÃO



As empresas portuguesas vão ter brevemente à disposição quatro mil milhões de euros
Fonte: Oje
Obs:

Bem precisamos de apostar fortemente nas nossas Exportações.
As nossas Exportações são o motor de desenvolvimento na nossa Economia.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

PIB DE GUANGDONG AUMENTOU 10,1% EM 2008

Sem Dúvida o motor Industrial da China.
Apesar da crise Mundial ter acentuado no final do ano passado a China Manteve os 2 Digitos.
Fonte: Oje


quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

CARTA ABERTA AOS PORTUGUESES

Exportar o Mar, a mais urgente obra pública
O Presidente da República sublinhou na sua mensagem de Ano Novo que Portugal terá, no aumento das exportações, um dos trunfos para vencer a grave crise económica que se está a abater sobre todos nós. Sabemos que nos endividamos cada vez mais no estrangeiro, ao exportar cada vez menos do que se importa.
Será nas actividades do Mar que o nosso Pais poderá, em pouco tempo, se lançarmos mãos à obra, encontrar as riquezas para exportar que nos salvem dum naufrágio.O MAR está à porta dos portugueses.
As actividades a ele inerentes podem minguar, crescer, paralisar, reduzir-se ou imobilizar-se, mas o MAR está e estará sempre no mesmo local. Não se desmonta, não vai à falência, não se embala e transfere para países do terceiro mundo, não parte à procura de mão-de-obra barata; está lá sempre à nossa espera, a aguarda que lhe captem as suas potencialidades.
O País encontra-se sobre um precipício e nele cairá se não ampliar rapidamente as suas exportações. E essa ampliação só será alcançada se os estrangeiros as quiserem comprar. E só compram aquilo que não tiverem melhor e mais barato. E o que fazer para tal objectivo? Investir nas actividades e produtos inerentes ao MAR onde seja urgente, a saber:
- O Turismo - O turismo de qualidade, de apetência, de satisfação e prazer. No lazer, no entretenimento, no ambiente da natureza, nos desportos náuticos, enfim na valorização e desenvolvimento harmonizado e sustentado de todas as estruturas que na beira mar e na orla costeira podem atrair os visitantes e deixar neles o gosto de voltar.
- Os Portos - Os nossos seis portos principais devem ser adaptados, equipados e preparados para as actividades da nova geração dos grandes navios. Rentabilizados na mobilidade das mercadorias e dos turistas que por eles passem ou que possam ser transferidas para portos estrangeiros (exportadas) restaurando e modernizando as degradadas estruturas e vias de comunicação. Ampliados nas suas ofertas de docas e marinas de recreio.
- As Pescas - As pescas podem e devem, dentro dos condicionamentos da EU, orientar-se para as espécies de maior valor rentabilizando todos os seus produtos no maior aplicação possível ao acondicionamento (conservas e outros em imagens atractivas) para exportação. Modernizar as suas frotas. Valorizar as suas tripulações. Minimizar os desperdícios. Aperfeiçoar a manutenção, conservação e reparação das unidades e das artes.
- Os Estaleiros - Os estaleiros quer de construção quer de reparação naval devem ser ampliados e equipados de modo a construir rapidamente unidades modernas e competitivas para o comércio marítimo, para as pescas e para o recreio. Com especial incidência na procura dos mercados dos países da CPLP.Exportar um navio equilibra tanto a balança de pagamentos como exportar 10.000 carros.
As Investigações e Conhecimento Científico das Ciências do Mar
- As Ciências dos MAR e os organismos que as dinamizam devem receber melhores meios humanos de investigação e ensino, melhores equipamentos laboratoriais e ficar mais facilitados a todos os elementos estrangeiros que os desejarem frequentar de modo a se alcançarem nos suas instalações os mais actualizados estudos e investigações nas Ciências Marinhas.
- As Riquezas dos Fundos Marinhos - A actividades de pesquisa aos fundos do mar devem incidir num rápido Planeamento das riquezas minerais nele existentes; nas riquezas arqueológicas e na capacidade de das actividades subaquáticas desde as científicas até às de cinema e vídeo. Para levar à prática a execução de todas as actividades, acima referenciadas, deve ser instituída UM LISTAGEM urgente das mesmas (quer públicas quer privadas) e constituído um Fundo de pelo menos 20 mil milhões de Euros que seriam atribuídos de acordo com a ordem prioritária da referida lista das obras públicas rentáveis e de garantia sustentável futura aos empregos a criar.
De imediato os projectos do TGV, do novo aeroporto de Lisboa, da 3ª travessia do Tejo, e das auto-estradas planeadas, para menos de 100 quilómetros das existentes, seriam colocados no final da referida LISTAGEM.Se conhecerem outro projecto para melhor e mais rapidamente reduzir o tremendo défice comercial que nos vai afogar a todos apresentem-no.Está nas vossas mãos.Joaquim Ferreira da SilvaCapitão da Marinha MercanteMembro da Secção Transportes de Sociedade de GeografiaMembro da Academia de MarinhaPresidente da Fundacion TECNOSUB-Tarragona.
Joaquim Ferreira da Silva
Capitão da Marinha Mercante
Membro da Secção Transportes de Sociedade de Geografia
Membro da Academia de Marinha
Presidente da Fundacion TECNOSUB-Tarragona
Informação colhida através de / Text Copyrights: Cargo News.
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Sem Dúvida um excelente texto, uma mensagem de esperança aos profissionais do sector Marítimo, mas também uma palavra ás nossas empresas, aos nossos Exportadores.


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