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segunda-feira, 26 de julho de 2010

MSC - NOTICIAS


Desde o passado dia de 19 de julho de 2010 a MSC — Terminal do Entroncamento SA já possui os estatutos aduaneiros Tipo A, que fazem dele armazém público de depósito temporário e armazém de exportação.
Estes estatutos permitem à empresa receber todos os tipos de carga no terminal, realizar exportações não comunitárias, receber importações não comunitárias, armazenar mercadorias não comunitárias sem que as mesmas fiquem sujeitas a direitos de importação nem de política comercial, armazenar mercadorias por tempo ilimitado até que o depositante decida dar outro destino aduaneiro as mesmas, receber mercadorias para exportação sem despachos feitos, e realizar consolidações de grupagem.
Carlos Vasconcelos, administrador da NSC Portugal, manifesta a convicção que “desta forma, o Terminal do Entroncamento irá certamente facilitar os negócios de importação e exportação dos nossos clientes do centro do País, graças ao conjunto de soluções logísticas que oferece, bem como à sua centralidade e aos seus excelentes acessos rodo-ferroviários.
Vasconcelos acrescenta que “esta é a última fase do projeto MSC -Terminal do Entroncamento, que iniciámos em Novembro de 2008. Deste modo, estão finalmente operacionais todas as condições técnicas e administrativas para podermos concentrar toda a nossa atividade na região, que, até agora, estava repartida entre o nosso Terminal e o de Riachos. Passaremos a trabalhar naquela região exclusivamente no Terminal do Entroncamento.
Fonte: Cargo News

quarta-feira, 21 de julho de 2010

NAVIOS - ULCS ESTÃO A CHEGAR EM FORÇA AO MERCADO


O aumento do tamanho dos navios porta-contentores foi ligeiramente atenuado com a crise, mas não parou, o que significa que os portos de transbordo tendem igualmente a ver a sua importância acrescida.
A afirmação é de Christian Laursen, da APM Terminals. Este especialista constata que apesar de portos e terminais podem ter passado no “teste de stress” aquando do recente declínio no volume global de contentores, ainda existem desafios futuros, como o da movimentação dos ULCS (Ultra Large Container Ships), os navios maiores que estão agora a entrar no mercado.
Falando na conferência anual TransFin, Laursen observou que tendo a indústria sobrevivido à queda acentuada de 10% no volume global de contentores, que resultou da recessão de 2009 em todo o mundo, novos ajustes ainda devem ser feitas pelos portos e operadores de terminal para se manterem competitivos no que o diretor da APM Terminals apelidou "New Normal" - uma indústria caracterizada, pelo menos em parte, por "um elevado grau de incerteza".
Essa incerteza tem levado, por sua vez, a uma revisão dos tempos de trânsito e das escalas, bem como à revisão de planos de capacidade de expansão por parte dos operadores. Estas preocupações estão a ser potenciadas pelo grande número de navios ULCS com capacidade de mais de 10.000 teu na frota marítima global, que representam mais de 40% dos navios encomendados.
Muitos navios previamente desactivados estão a ser reabsorvidos e, apesar de diferimentos nas entregas, os navios maiores ainda estão em maioria no conjunto dos que estão a chegar ao mercado, diz ele. Assim, enquanto a procura global continua a ser incerta, "o que parece não ter mudado é a procura por infra-estruturas adequadas para lidar com esses navios maiores". Isto inclui a profundidade adequada nos canais de acesso, bem como a dimensão adequada dos terminais.
Fonte: Cargo News.
Foto expressa autor.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

MOÇAMBIQUE - NOTICIAS



A Van Oord ganhou o contrato de manutenção e dragagem para o porto da Beira, Moçambique, anunciou a empresa holandesa . O contrato foi adjudicado pelo CFM (Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique) e tem um valor de 37 milhões de euros. A obra teve início em Abril e vai durar aproximadamente 18 meses para ser concluída. Uma parte dos custos do contrato são cobertos pelo governo holandês.
O contrato envolve a dragagem no porto da Beira, onde um total de oito milhões de metros cúbicos de areia e argila serão removidos, alguns dos quais serão utilizados para recuperação de terras para o novo terminal de carvão, que está a ser preparado para receber o minério proveniente de Motaize.
A Van Oord diz que vai usar entre outras, duas dragas médias. Segundo fontes da empresa, pouco ou nada tem sido dragado no porto da Beira desde 1990.
Fonte: Cargo News

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

FROTA DE PORTA-CONTENTORES CRESCE AO RITMO MAIS LENTO DA DÉCADA

Frota de porta-contentores cresce ao ritmo mais lento da década
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A frota mundial de porta-contentores deverá crescer este ano apenas 6,1%, prevê a AXS Alphaliner.

A capacidade da frota mundial de porta-contentores, medida em TEU, deverá aumentar este ano 6,1% relativamente ao final de 2008. É a taxa de crescimento mais baixa registada desde 2000. No ano passado, o aumento foi de 13,2%, ainda assim ligeiramente menos do que em 2007 (13,6%), que já havia ficado abaixo de 2006 (16,1%)

Nos primeiros 11 meses do ano, de acordo com os cálculos da AXS Alphaliner, entraram ao serviço 247 novos navios porta-contentores celulares, representando uma capacidade de transporte de 986 mil TEU. Em Dezembro, deverão ser entregues navios correspondentes a 95 mil TEU.

Estes cerca de 1,08 milhões de TEU ficam bastante aquém do inicialmente previsto, por causa da crise que levou a adiar, ou mesmo a cancelar muitas entregas.

Por outro lado, o crescimento da frota mundial foi também fortemente limitado pelo desmantelamento de um número recorde de navios, em mais uma tentativa dos armadores para reduzirem custos e oferta de capacidade.

Para 2010, os consultores parisienses estimam a entrega de 1,84 milhões de TEU, o que representará um aumento de 14%. Isto se os calendários das entregas forem cumpridos. Porém, avisa a AXS Alphaliner, se o ritmo de desmantelamento de navios se mantiver igual a 2009, haverá que contar com a retirada do mercado de uns 350 mil TEU, o que limitará o crescimento da frota mundial de porta-contentores para os 11,4%.
Fonte: Transportes & Negócios

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

INVESTIMENTOS

Faça clique no título.
Fonte: JN
Nos vários artigos que coloco no meu blogue, tenho dada especial atenção aos mercados exportadores, eles são criadores de riqueza e criadores de postos de trabalho.
Esta noticia é excelente para Portugal, a criação desta fábrica é realmente uma lufada de ar fresco que todos nós estavamos á espera.
Não podemos ficar somente com esta noticia, precisamos de expandir, precisamos de investimento, precisamos da criação de riqueza, precisamos de Exportar.


terça-feira, 15 de setembro de 2009

MOTA-ENGIL ESTUDA INVESTIR MAIS DE 250 MILHÕES NO PERU


A Mota-Engil vai concorrer a mais duas concessões portuárias no Peru, com o mesmo parceiro local com que ganhou a “corrida” pelo porto de Paita.

Os próximos alvos da Mota-Engil no Peru, no domínio das concessões portuárias, serão os portos de Pisco e Yurimaguas, de acordo com o “DE”, que cita Eduardo Pimentel, administrador da Mota-Engil Ambiente e Serviços.

No caso do porto de Pisco, 12 entidades mostraram-se já interessadas no processo, que deveria culminar a 18 de Dezembro com o anúncio do vencedor. Mas é provável que a ProInversion, a agência estatal que está a liderar o processo, opte por atrasá-lo até ao primeiro trimestre de 2010 para dar mais tempo aos candidatos.

O investimento total estimado para a concessão de 30 anos deverá ascender aos 162 milhões de euros, dos quais 62 milhões nos primeiros três anos da concessão. Numa segunda fase o investimento deverá ser de 51 milhões de dólares, podendo haver ainda uma terceira fase, de 49 milhões de dólares, caso a procura o justifique.

No ano passado, o porto de Pisco movimentou 1,5 milhões de toneladas. O futuro concessionário deverá aumentar o movimento de granéis sólidos de um milhão para 2,5 milhões de toneladas, e o de granéis líquidos de 150 mil para 250 mil toneladas. O movimento de contentores deverá subir dos actuais 50 mil para 200 mil TEU/ano.

No caso do porto de Yurimaguas, trata-se de um porto fluvial, o mais importante de um conjunto de três que deverão ser concessionados em bloco. O concurso deverá ficar decidido no final do primeiro trimestre do próximo ano. O investimento previsto deverá ascender a 61 milhões de dólares, a que acrescerão cerca de 32 milhões de dólares para os outros dois portos.

As autoridades peruanas apostam forte na complementaridade entre os portos de Yurimaguas e Paita, sendo que este último é desde há dias explorado pelo consórcio detido a 50% pela Mota-Engil, através da Tertir e da Translei.

No porto de Paita a concessão implica um investimento de 237 milhões de dólares, sendo que as autoridades peruanas (e certamente a empresa portuguesa) apostam em transformá-lo no segundo porto marítimo do país, com um movimento esperado de 500 mil TEU anuais.

Como em equipa que ganha não se mexe, a Mota-Engil apresentar-se-á aos novos concursos com o mesmo parceiro local, o grupo Cosmos, empresa do sector portuário, que detém os restantes 50% do consórcio Terminales Portuários Euroandinos.

Fonte: Transportes & negócios

segunda-feira, 13 de julho de 2009

CHINESES VÃO ENTRAR NA PLATAFORMA DO POCEIRÃO


A construtora Mota-Engil celebrou na passada sexta-feira um acordo para a utilização da plataforma logística do Poceirão como "hub" atlântico para empresas chinesas. O grupo chinês vai ficar com a possibilidade de comprar entre 5 a 10% do capital da empresa concessionária da plataforma logística do Poceirão, a LOGZ."O objectivo é colocar o porto de Sines ao serviço das relações comerciais entre Portugal e a China, e as redes de transportes são infra-estruturas fundamentais", revelou em conferência de imprensa António Castro Guerra, secretário de Estado-adjunto da Indústria e da Inovação. "A empresa Naw Kwong Group e a portuguesa Mota-Engil vão cooperar na construção de uma plataforma logística face ao Atlântico", revelou, nas suas conclusões sobre o Fórum de Cooperação Económica e Comercial Portugal-China. "A localização da Plataforma Logística do Poceirão, próxima de Lisboa, com excelentes acessibilidades rodoviárias e ferroviárias, nomeadamente na intersecção das linhas ferroviárias aos portos de Lisboa, Setúbal e Sines, além da ligação ferroviária de mercadorias a Espanha, reúne os ingredientes necessários para o projecto originalmente idealizado entre as partes", avançou em comunicado a Mota-Engil. A parceria entre a Mota-Engil e a Nam Kwong começou a ser desenhada na altura da visita oficial do Primeiro-Ministro José Sócrates à China, tendo sido celebrado em Janeiro de 2007 um acordo de parceria para os estudos de uma plataforma logística atlântica em Portugal. Integrando o Portugal Logístico, a plataforma do Poceirão, corresponde a um investimento de quinhentos milhões de euros e criará cinco mil postos de emprego directos e sete mil empregos indirectos.

Cooperação entre China e Portugal materializada em vários acordos
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O Fórum de Cooperação Económica e Comercial Portugal-China não proporcionou apenas a entrada dos chineses no Poceirão: os dois governos assinaram nove acordos de cooperação económica em diversas áreas. São eles o memorando de entendimento da cooperação entre a AICEP e a sua congénere chinesa (CIPA), o acordo de intenção no desenvolvimento de novas tecnologias, o acordo de parceria entre o Centro do Comércio Externo da China e a Câmara de Comércio e Indústria Luso-chinesa e o acordo entre o Centro do Comércio Externo da China e a Associação Comercial de Lisboa/Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa.Relevo também para os seguintes acordos bilaterais: protocolo de cooperação na área da compra de café, azeite e vinhos entre a Bailian Group e o Grupo Temple, o protocolo sobre compras de café entre a Lianhua Supermarket Holdings e a empresa BICA.
Destacam-se ainda o protocolo sobre importação de mármores e granitos entre a Chinaligth Resouces e a Dimpomar e o protocolo sobre importação de móveis e produtos alimentares entre a Foshan Xuhui e a Servitécnica.A comitiva chinesa foi composta por 200 empresários.
Fonte: Cargo News

sexta-feira, 3 de julho de 2009

TERTIR NA LUTA PARA A CONSTRUÇÃO E EXPLORAÇÃO DO PORTO TUNISINO

A pré-qualificação da Mota-Engil, através da Tertir, no concurso para a construção e exploração de um porto de águas na Tunísia é vista como "potencialmente positiva" para a empresa pelos analistas do BPI, referem os jornais económicos. Estes especialistas consideram que este projecto daria à Mota-Engil a oportunidade de "estender a pegada internacional da Tertir".
O grupo Mota-Engil, através da sua participada Tertir, está pré-qualificado no concurso para a construção e exploração do porto de águas profundas de Enfidha, na Tunísia, um projecto orçado em 1,4 mil milhões de euros.
Para além da Tertir, também obtiveram a passagem à segunda fase mais sete outros agrupamentos: a Dubai Port World, uma filial da Dubai World, operador mundial de terminais portuários (explora portos em mais de 30 países); a chinesa Hutchinson Port Holdings, que aparece associada à kuwaitiana Al-Mal; a gigante dinamarquesa Maersk; a Intermin, de Itália; a SNC Lavalin, do Canadá; a KGL, do Kuwait; e a Gulftainer, dos Emirados Árabes Unidos.
Fonte: Cargo News

sexta-feira, 3 de abril de 2009

MOTA ENGIL GANHA CONCESSÃO NO PERU


A Mota-Engil ganhou a concessão do porto de Paita, o segundo mais importante do Peru, por um período de 30 anos.

A concessão foi ganha pelo consórcio Terminales Portuários Euroandinos, no qual a Mota-Engil detém uma posição de 50%, através das participadas Tertir e Tranlei (esta, uma subsidiária). Os restantes 50% são detidos pelo grupo Cosmos, um dos mais importantes operadores portuários locais.

O porto de Paita movimenta actualmente 140 mil TEU e tem uma capacidade instalada para 200 mil toneladas de carga geral e granéis. É servido por uma ponte-cais com 30 metros de comprimento.

A concessão pressupõe a operação das infra-estruturas existentes e a construção de um novo terminal de contentores, com uma frente de cais de 300 metros, fundos de -13 metros e terraplenos de 12 hectares.

O investimento inicial na concessão está estimado em 130 milhões de dólares, a que acrescerão outros 120 milhões.

A capacidade futura do terminal de contentores está estimada em 500 mil TEU/ano.

Na corrida ao porto de Taipa, o consórcio participado pela Mota-Engil venceu, entre outros concorrentes de peso, a APM Terminals.

Os projectos de internacionalização da actividade portuária do grupo Mota-Engil passam também pela Índia, pelo México e pela Tunísia.
Fonte: Transportes & Negócios
No dia 11 março dei esta noticia:
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Vamos aguardar mais boas noticias.

sábado, 21 de março de 2009

PME - ANGOLA


O presidente da PME-Portugal, Joaquim Cunha enviou no passado dia 17 de Março uma carta ao cuidado do Primeiro-Ministro de Portugal, José Socrates, realçando a extrema importância da criação de um Centro de Negócios em Angola ( Luanda). Para o efeito, a PME-Portugal elaborou um projecto para a instalação de um Centro de Negócios Português em Luanda. Este projecto que incluía outros centros de negócios em Portugal, viria a ser classificado pela API como PIN.
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Fonte: Pme Portugal

quarta-feira, 11 de março de 2009

MOTA-ENGIL PRÉ-QUALIFICADA PARA PORTO MEXICANO DE GUAYMAS


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Faça Clique no título.
Fonte: Jornal de Negócios
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Grandes empresas, grandes investimentos, criação de emprego.
Portugal precisa de investimento.

MOTA-ENGIL ENTRA NO TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE MERCADORIAS


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Fonte: Rádio Renacença
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Grandes empresas, grandes investimentos, criação de emprego.
Portugal precisa de investimento.

sábado, 7 de março de 2009

ESPANHOIS EM FORÇA NA EXPANSÃO DO CANAL DO PANAMÁ

A Autoridade do Canal do Panamá recebeu três propostas para o desenho e construção das novas eclusas do canal interoceânico que atravessa o país. Este é maior contrato do projecto de ampliação desta via, com um valor global calculado em 5,25 mil milhões de dólares e que deverá estar concluído em 2014.

Dois dos grupos proponentes, o grupo C.A.N.A.L. e o consórcio “Unidos pelo Canal”, têm participação espanhola, enquanto o terceiro é liderado pelos Estados Unidos e inclui empresas como a Bechtel, a Taisei e a Mitsubishi Corporation.

O grupo C.A.N.A.L. é composto pelas empresas espanholas ACS Servicios, Comunicaciones e Energía, Fomento de Construcciones e Contratas, Acciona Infraestructuras S.A., pela alemã Hochtief Construction AG e pela mexicana Constructora ICA. O “Unidos pelo Canal” integra a espanhola Sacyr Vallehermoso S.A., a italiana Impregilo S.p.A., a belga Jan de Nul e a panamiana Constructora Urbana.

O valor-base para os trabalhos é de 3,35 mil milhões de dólares.

Ao mesmo tempo a Autoridade do Canal do Panamá lançou o concurso para os trabalhos de dragagem da entrada atlântica da via interoceânica, cujas obras deverão estar terminadas no segundo trimestre de 2013.

O contrato contempla a retirada de 15 milhões de metros cúbicos de sedimentos e de 800 mil metros cúbicos de escavação seca. Os fundos deverão ser ampliados até aos -15,5 metros, para permitir o trânsito de navios post-panamax.

As obras de ampliação deverão estar concluídas em 2014, quando se comemorará o centenário da ligação artificial entre os oceanos Pacífico e Atlântico.
Fonte:Transportes & Negócios

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