quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

BOM ANO

A TODOS OS AMANTES DO SHIPPING E RESPECTIVAS FAMILIAS
BOM ANO 2011 COM SÁUDE-AMOR-PAZ

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

IMPORTANTE

ALERTA – ALERTA
MANIFESTOS ELECTRÓNICOS

Caros amigos e leitores deste blogue, a partir Janeiro de 2011, a regulamentação aduaneira comunitária relactivamente ao controlo das nossas Exportações e Expedições
Vai ser alterada.
Conforme vos disse, esta regulamentação terá um impacto profundo e entra em vigos a partir do dia 1 Janeiro 2011.
Assim e daquilo que eu li, analizei e conclui o seguinte:

SERÁ OBRIGATÓRIA A TRANSMISSÃO ELECTRÓNICA DE MANIFESTOS PARA AS ALFÂNDEGAS ATÉ AO LIMITE MÁXIMO DE 24 HORAS ANTES DO INICIO DE
OPERAÇÕES DO NAVIO.

IMPLICA QUE OS NOSSOS EXPORTADORES PROCEDAM AM ENVIO PARA O AGENTE DE NAVEGAÇÃO DOS DETALHES DE EMBARQUE DAS SUAS CARGAS ANTES DESTE PRAZO, OU SEJA, 24 HORAS ANTES DO INICIO DA OPERAÇÃO DO NAVIO.

Assim e de uma forma simplificada:

Até 48 horas antes das operações do navio:
Envio de elementos para elaboração de Conhecimento de Embarque (BL)

Até 24 horas das operações do navio:
Closing date para entrega de contentores no terminal de embarque.

Até 24 horas antes das operações do navio:
Apresentação do manifesto de Carga via electrónica junto das estâncias aduaneiras.

Até 4 dias corridos após a concessão do alvará de saída do navio:
Quaisquer rectificações aos elementos para Conhecimento de Embarque, e consequentemente, alterações de Carga à Exportação, devem ser comunicadas formalmente até essa altura


Claro está que estes novos procedimentos vão originar inicialmente algumas dúvidas e alguns constrangimentos, mas seguramente, irão ser bem recebidos e apoiados por toda a cadeia logística
Que ninguém tenha dúvidas, todos nós beneficiaremos com a antecipação dos novos prazos comunitários, desta forma, adquirimos tempo e experiência e estaremos todos preparados para este novo e
Interessante desafio.

domingo, 26 de dezembro de 2010

FOTO DO DIA



O porto de Leixões recebeu a escala nesta véspera de Natal o paquete Boudicca, da companhia britânica Fred. Olsen Cruise Line

APDL - ADMIISTRAÇÃO DOS PORTOS DOURO E LEIXÕES



Sempre disse que a Aposta está no Mar no nosso Porto de Leixões.
Leixões: Dock & Roll

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL

FELIZ NATAL A TODOS OS AMIGOS E RESPECTIVAS FAMÍLIAS
SEMPRE COM OS TRÊS INGREDIENTES ESPECIAIS: SAÚDE-AMOR-PAZ

domingo, 19 de dezembro de 2010

MSC - NOTICIAS

A MSC Cruzeiros apresentou o novo catálogo 2010-2011, com um total de 510 cruzeiros, mais de 120 itinerários e 750 excursões nos 11 navios da companhia. Só nos portos portugueses os navios MSC irão escalar mais de 45 vezes. Segundo Eduardo Cabrita, diretor-geral da MSC Cruzeiros em Portugal, “o lançamento deste novo e completo catálogo da companhia permite aos portugueses ter um contacto mais direto com a grande variedade de cruzeiros, itinerários e excursões que a MSC Cruzeiros oferece por todo o mundo”. No catálogo, a companhia italiana dá destaque ao mercado português com a inclusão dos 6 cruzeiros com saída e chegada a Lisboa na Primavera 2011, incluindo na Páscoa. Eduardo Cabrita salienta que “a MSC Cruzeiros continua a manter a aposta nas saídas e chegadas em portos chave de cada país, e Portugal está inserido nessa estratégia com o reforço de cruzeiros em Lisboa e no Funchal. Durante 2011, o segundo ano de actividade da companhia em Portugal, mais de 45 cruzeiros da MSC irão escalar portos portugueses.”
A MSC Cruzeiros lançou ainda novas ofertas, criadas a pensar nas necessidades e preferências dos passageiros. “A MSC Cruzeiros detetou a necessidade de criar novas opções, modalidades recentes de realizar cruzeiros, ajustadas às novas tendências do mercado. Hoje existe uma procura crescente deste tipo de viagens, não só pelo público sénior, como também por público jovem e com outro tipo de exigências e necessidades”, acrescenta Eduardo Cabrita.
Autor/fonte: Cargo News

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

TERMINAL DE CRUZEIROS

Portos nacionais atingem um milhão de cruzeiristas
Nos primeiros dez meses do ano, o movimento de passageiros nos portos nacionais cresceu 12% para um total de 843 458. Caso se confirmem as escalas previstas até ao final do ano, a fasquia do milhão de cruzeiristas será superada.

Todos os portos nacionais com actividade no sector dos cruzeiros melhoraram em 2010 relativamente a 2010. O maior incremento aconteceu em Leixões (56%), seguido de Portimão (53%), Madeira (22%), Lisboa (13%) e Açores (11%). Evidentemente, as bases de comparação dos diferentes portos são bastante díspares, sendo evidente a maior grandeza, em termos absolutos, de portos como o Funchal e Lisboa.

Até ao final de Outubro, os portos nacionais receberam 617 escalas (571 no mesmo período de 2009), sendo 54 escalas inaugurais. Portimão destacou-se no aumento de navios visitantes (mais 50%), seguido de Leixões (22%) e Funchal (13%).

Os passageiros em trânsito continuam a ser claramente maioritários, apesar de se ter verificado também um aumento das operações “turnaround” nos portos nacionais.

Os Açores inauguraram há poucos meses um novo terminal de cruzeiros. Leixões está a construir o seu e Lisboa está a fazer o mesmo. O Funchal tem também prevista uma nova gare de passageiros e Portimão tem investido na melhoria das condições para os cruzeiros.

Portugal ocupou no ano passado o sexto lugar entre os destinos de passageiros de cruzeiro na Europa. Uma posição que este ano deverá sair reforçada.

Para promoverem o País no mercado internacional, os portos de Lisboa, Leixões, Portimão e Açores e Funchal estiveram em Cannes, no Seatrade Med Cruise Convention, integrados no stand de Portugal, e/ou em parcerias internacionais, casos do stand Cruises in the Atlantic Islands e do stand Cruise Atlantic Europe.

Leixões: Dock & Roll
Fonte: Cargo News

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

APDL - ADMINISTRAÇÃO DOS PORTOS DOURO E LEIXÕES

O porto de Leixões vai baixar o preço cobrada às mercadorias exportadas, a partir de 2011. A APDL - Administração dos Portos do Douro e Leixões decidiu reduzir todas as taxas para embarque 4% em média, mantendo os atuais valores nas operações de desembarque.

A medida, diz em comunicado a APDL "pretende contrariar os efeitos da crise económica e reforçar a competitividade do porto de Leixões e das empresas exportadoras a operar em Portugal". As taxas de carga e descarga "não vão sofrer o aumento da inflação, sofrendo antes uma descida de preço em muitas das categorias", refere a APDL. No caso dos granéis agro-alimentares, a descida das taxas de carga e descarga chega mesmo aos 50%. Em contrapartida, a permanência de carga no porto ficará mais cara. O transportador marítimo pagará mais taxas ao porto.

Com esta alteração do seu regulamento de tarifas, Leixões "pretende aumentar a sua competitividade no segmento de granéis agro-alimentares ao passar ao agente que toma a decisão sobre a cadeia logística o maior benefício desta alteração de custos".

Leixões: Dock & Roll

APDL - ADMINISTRAÇÃO DOS PORTOS DOURO E LEIXÕES



Clique no título p.f.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

SHORT SEA SHIPPING

SSS movimenta 60% da Carga Marítima NA EUROPA
Como Cargas movimentadas sem transporte marítimo de curta europeu totalizaram 1,9 mil Milhões de toneladas, ou 60% do total do Tráfego Marítimo dos 27. Os numeros do São Eurostat e reportam a 2008. Em Portugal, o SSS e also maioritário, com 35,2 Milhões de toneladas.

Reflexo da Crise JÁ, EM 2008 o Movimento de Mercadorias faz marítimo de curta distância nsa Portos Nacionais cedeu 3,7%. Mais do Que Média EUROPEIA NA. Entre e 2003 2008, O Crescimento da Actividade anual Médio não FOI País de 1,7%, dos Abaixo da Média 27.

Os granéis Líquidos agregado representaram o principal não SSS com, Nacional 16 Milhões de toneladas movimentadas. Um atingiu Carga contentorizada OS 8,2 Milhões, AO Passo Que OS granéis Sólidos representaram 7,8 Milhões de toneladas. A Carga ro-ro significou apenas 300 mil toneladas.

O Movimento de Contentores de in SSS atingiu in Portugal 2008 OS TEU mil 958, o hum representou Que Crescimento homólogo de 10,1% e puxou uma mídia de Crescimento dos Ultimos Cinco Anos OS parágrafo de 7,6%. Porém, uma subida Maior, termos percentuais em, registou-se nd vazios Movimentação de Contentores: Foram 232 mil TEU in 2008, Mais Que 23,7% não Ano anterior.
O Atlântico, com 14 Milhões de toneladas movimentadas, FOI um principal área de Relação de tráfegos marítimo de curta distância do Nacional. O Mediterrâneo, Por Seu turno, representou dez Milhões de toneladas. Com o Mar do Norte trocados FORAM Oito Milhões. O Baltico, com 1,8 Milhões de toneladas, eo Mar Negro, com 1,4 Milhões completam o Quadro.

À EUROPEIA Escala, in movimentou o 2008 SSS de 1,9 mil Milhões de toneladas, um Menos 0,2% Que nenhuma Ano anterior. Sem Surpresa, a Grã-Bretanha com o LDI Maior Mercado, 348 Milhões de toneladas movimentadas, seguido de Itália (334 Milhões), Holanda (251 Milhões), França (222) e Espanha (193). Numeros Muito also Que dez COM ver como Características geográficas dos respectivos paises.

Os granéis Líquidos representaram 48% das Cargas movimentadas de SSS n º s 27.

Roterdão manteve uma primazia Entre OS Portos Europeus de SSS, com 177,3 Milhões de toneladas, seguido de Antuérpia, Marselha, Hamburgo e Le Havre. nn Mas liderou Riga Sólidos granéis, nsa Antuérpia Contentores e Dover nd Carga ro-ro.
Fonte: Transportes & Negócios

terça-feira, 23 de novembro de 2010

NAVIO DE CARGA MOVIDO A ENERGIA EÓLICA



Uma vez mais o « E-Ship 1» está novamente em Leixões
Atraíndo a curiosidade de muitos transeuntes, pelo aspecto original do cargueiro, com quatro grandes tubos verticais nas extremidades.

As quatro torres cilíndricas de 27 metros de altura por quatro metros de diâmetro que emergem do convés são «rotores eólicos capazes de recolher a energia do vento para auxiliar a propulsão a diesel do navio, sem interferir com as operações de carga e descarga, ao contrário dos mastros e velas», explicou a fonte.

Os rotores permitem reduzir as emissões de dióxido de carbono e de consumo de combustível fóssil «em cerca de 30 a 40 por cento do que habitualmente registam os navios de igual porte».

O «E-Ship 1» efectua o transporte de essencialmente equipamento eólico da sua proprietária, Enercon GmbH, «o terceiro maior fabricante de turbinas eólicas a nível mundial».

Leixões: Dock & Roll

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Short Sea Shipping



A Comissão Europeia tem uma política ativa para promover o Short Sea Shipping. Esta forma de modo de transporte é extremamente eficiente em termos de desempenho ambiental e eficiência energética.
A Comissão Europeia tem vindo a focar com especial ênfase a sustentabilidade de um sistema de transportes que permita o cabal aproveitamento das inúmeras oportunidades de transporte intra-europeu efetuado por mar, tanto mais que a esmagadora maioria dos seus membros a ele tem acesso franco. Recentemente, divulgou um vídeo onde reafirma que este tipo de transporte "tem o potencial para resolver problemas de congestionamento rodoviário que afeta muitas partes do continente europeu. Todos os estudos apontam para a necessidade de incentivar o transporte marítimo de curta para alcançar o objetivo da política europeia de transportes sustentáveis".
Fonte: cargo News

FOTO DO DIA



M/V "SAGA PEARL II"
em Leixões 22-11-2010
(Clique nas imagens para Aumentar)

Leixões: Dock & Roll

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Porto de Leixoes recebeu mais 22 405 turistas ate Outubro


Clique no título

FOTO DO DIA


‘Tenacious’
Is the largest wooden hulled Tall Ship in the world. Tenacious was specifically designed and built as a sail training vessel for physically disabled people to be able to work independently alongside able-bodied crew. She is operated by the Jubilee Sailing Trust. Tenacious was constructed between 1996 and 2000.
Arrived from Breda with destination: Las Palmas (Gran Canaria)

Leixões: Doc &  Roll

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

FOTO DO DIA


M/V "BOUDICCA" em Leixões: 15-11-2010

Leixões: Dock & Roll
Clique nas imagens para Aumentar.

PORTO DE LEIXÕES

O porto de Leixões registou no último mês de outubro o maior volume de sempre de mercadorias para exportação. Só no negócio de contentores, Leixões registou no mês passado um total de 455.661 toneladas de carga movimentada, um aumento de 11,38% em relação ao período homólogo de 2009.
Um número sustentado essencialmente no aumento de movimentos de contentores cheios (carga destinada a exportação), categoria onde o porto de Leixões registou um crescimento de 9,38% sobre o período homólogo de 2009.
Mas foi nos granéis agro-alimentares (essencialmente compostos por trigo, milho, soja e outros cereais) que se registou o maior aumento percentual de carga movimento num único mês. As 115.401 toneladas transaccionadas em Outubro significam um novo volume máximo para aquele tipo de carga e um aumento de 55,63% relativamente ao mesmo mês do ano transacto.
No total de todas as mercadorias movimentadas no porto de Leixões, registou-se no mês de outubro um aumento de 2% nas cargas destinadas a exportação.
Fonte: Cargo News

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

V SEMINÁRIO DAS PLATAFORMAS LOGISTICAS IBÉRICAS

A quinta edição do Seminário das Plataformas Logísticas Ibéricas, organizada pela APSS, decorreu terça-feira, em Setúbal e contou com 250 participantes.
Durante a sessão de abertura, Carlos Gouveia Lopes, presidente da APSS, começou por salientar o crescimento do porto de Setúbal durante o último ano, comparativamente com os resultados de 2009 e 2008. “Estamos 20% acima do movimento de 2009 e 13% acima do de 2008”, referiu, adiantando que é previsível que este ano se chegue a um total próximo do record deste porto. Segundo o dirigente, “o porto de Setúbal é líder nacional no mercado ro-ro”, sendo intenção presente oferecer “mais e melhores soluções para os clientes”, tendo em vista o crescimento sustentado.
Presente no evento, Carlos Correia da Fonseca, secretário de Estado dos Transportes, referiu que é expectável que o transporte marítimo venha a duplicar os movimentos até 2030. De acordo com Correia da Fonseca hoje “90% do comércio externo europeu e 40% do interno é feito por via marítima”. O secretário de Estado salientou ainda que actualmente, com o comércio europeu a ser feito sobretudo através dos portos do Norte da Europa, as administrações portuárias enfrentam “um desafio muito grande na captura de tráfegos, visto que a concorrência é enorme”. Apesar de considerar que os portos em Portugal estão em contra ciclo, “se as cadeias logísticas não funcionarem bem e não estiverem bem oleadas, os portos não conseguem atingir os seus objectivos”. Correia da Fonseca salientou ainda que Portugal “tem tradição de transporte modal e não é aqui que está a solução dos nossos problemas”. O responsável apelou ainda ao desenvolvimento das Auto-Estradas do Mar e sublinhou a importância do Projecto Prioritário nº3 para o desenvolvimento das relações comerciais da Península Ibérica com o resto da Europa.
Durante o evento foi ainda assinado um protocolo com o porto italiano de La Spezia, tendo em vista a colaboração, a melhoria das relações comerciais e o intercâmbio técnico e científico entre os dois portos. La Spezia movimenta hoje mais de 19 milhões de toneladas de mercadorias e um milhão de TEU por ano. Esta parceria entre os dois portos pretende oferecer mais uma opção aos carregadores nacionais que desejam colocar as suas cargas no Mediterrâneo e também em África.
Fonte: Login News

terça-feira, 9 de novembro de 2010

APSS

A APSS (Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, SA) irá manter, em 2011, a generalidade das taxas em vigor durante o presente ano. Esta medida enquadra-se na política de incremento da competitividade no porto de Setúbal que tem vindo a ser adotada nos últimos anos pela administração, transferindo para os clientes o resultado da redução de custos.
Além da manutenção do tarifário, este comportará mais incentivos, tais como, o alargamento dos períodos de armazenagem no Terminal Roll-on Roll-off e o já noticiado desconto na Taxa de Uso do Porto (TUP) de veículos elétricos, quer na importação quer na exportação, o que representa um novo benefício para os clientes do porto.
Fonte: Cargo News

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

OPINIÃO


Com.te Joaquim Ferreira da Silva
Quando, ao longo dos últimos anos, temos vindo a apontar o MAR, como um renovado destino para Portugal, estávamos longe de imaginar termos chegado ao ponto irrisório e preocupante de termos que encontrar nos portugueses um novo espírito da época das caravelas.
No período de crise que Portugal está, indubitavelmente, a atravessar, o País não tem outra solução para a mesma se não a da resolver prioritariamente o seu problema de Finanças Públicas.
Para isso terão todos os responsáveis políticos que apontar para o futuro de Portugal quais as bases das acções de solidariedade que julguem poder constituir um forte elo que nos arranque da letargia e pobreza endémicas em que nos encontramos, em especial nos sectores da justiça, da educação e da saúde, e nos levem a melhores destinos de condição de vida e bem estar social nessas áreas.
Mas poderão as ilustres figuras da nossa intelectualidade, que apontam para o MAR como uma dessas acções prioritárias, estar convencidas que os responsáveis políticos irão levar à prática medidas de desenvolvimento das políticas marítimas para o futuro de Portugal?
Tem ultimamente surgido excelentes artigos, na nossa imprensa, clamando que o País tem de sair da caída da pobreza europeia, mas neles não se apontam soluções claras e concretas para obter o dinheiro necessário para os investimentos que tal pressuposto implicitamente obriga. E esse é o grande cerne da questão politica nacional.
Não sei como um Ministro da Educação poderá colocar os portugueses a par do nível dos seus concidadãos europeus se, quando orçamentar o seu Ministério precisar de 1000, o Ministro das Finanças apenas lhe possa dar apenas 500. Não sei como um Ministro da Justiça poderá colocar a justiça ao nível da dos Estados mais dignificantes na matéria se, quando orçamentar o seu Ministério e precisar de 1000, o Ministro das Finanças lhe dá 500 Não sei como o Ministro da Saúde ao orçamentar o seu Ministério, de modo a que o sector liberte os portugueses das angustiantes esperas para alcançarem um tratamento desejado, verificar que precisa de 1000 e o Ministro da Finanças lhe der apenas 500. E assim sucessivamente.
Sejamos mais simples e pragmáticos; sempre que o dinheiro acabou nos Ministérios o País entrou em crise. E esta só se resolve com angariação do dinheiro em falta.
Foi assim desde os primórdios da independência de Portugal quando D. Afonso Henriques, ao empreender a reconquista cristã, teve de recolher os dinheiros necessários para obter o apoio das frotas dos Cruzados. (Estes não parariam em Portugal se não lhe tivessem sido pagos. O saque prometido de Lisboa era apenas um saco de ninharias.)
Foi assim quando D. Fernando I que, ao encontrar-se com os cofres vazios delapidados por D. Pedro I, teve de empreender o desenvolvimento do comércio marítimo com a Europa.
Foi assim quando D. João I que, após longas cruzadas com Castela, para solidificar a independência e desfalcado de todas as riquezas, se viu na necessidade de iniciar a saga atlântica com a conquista de Ceuta em 1415.
Foi assim com D. Pedro IV que, depois de derrotar os miguelistas, reconstruiu o governo liberal e, para evitar a sua falência, associou-se às actividades mercantis dos ingleses na sua grande expansão colonialista.
Foi assim que face à grande crise financeira mundial causada pela guerra de 1939/45 se empreendeu a renovação da frota portuguesa por via do Despacho 100.
E terá que ser hoje assim e sempre: angariar fundos para investir e criar riqueza aos portugueses.
Qualquer leigo em economia sabe que se os portugueses continuarem a comprar todos os dias ao estrangeiro mercadorias no valor de 1000 e a venderem-lhe mercadorias no valor de 500, sem outros meios que lhe tapem o diferencial, brevemente estarão falidos ou com tudo hipotecado e escravizado aos credores.
(Se já não o estamos)
Se estivermos errados agradecemos aos economistas nos expliquem onde está o erro.
E é aqui que pensamos que Portugal só tem um futuro de sobrevivência, como Nação independente, se lançar as bases urgentes (já hoje) para acções que criem o capital necessário para investir em actividades que minimizem a pobreza e reduzam as desigualdades sociais do País. Tais como:
- Desenvolver os portos capacitando-os para receber os modernos e grandes navios porta contentores de modo a possibilitar-lhes operações rápidas na movimentação das cargas e descargas, e possuidores de vias de acesso com interligação rápida ao interior de Península, orientadas para o norte da Europa, com especial relevância para Sines e Lisboa (aqui a realização do Terminal da Golada, que tal como se fez em Sines à PSA se pode consignar aos Chineses – O seu Presidente está breve aí) – MAIS COMPETITIVOS.
- Reorganizar e modernizar os estaleiros navais de modo a tornar a construção naval num mais potencial exportador, em moldes similares à da indústria automóvel – MAIS EXPORTAÇÕES.
Valorizar e qualificar o sector turístico em todas as actividades afins com o Mar – Banhos, Recreio Náutico, Desportos, etc. – com especial relevo na modernização e maior eficácia dos meios de salvação. – MAIS QUALIDADE E SEGURANÇA.
- Reorganizar toda a actividade pesqueira acrescentando qualidade e diversificação aos seus produtos. – MAIS VALORIZAÇÃO DAS CAPTURAS E REDUÇÃO DA IMPORTAÇÃO.
- Planificar todo o ordenamento costeiro permitindo um desenvolvimento urbanístico sustentável, em molde de atracção de investimento de elevado custo e rentabilidade. – MAIS QUALIDADE AMBIENTAL.
- Estabelecer condições para atrair ao território nacional Organizações Internacionais vocacionadas com os assuntos marítimos, em especial nos transportes e nas ciências. - MAIS PROTECÇÃO DO PATRIMÓNIO MARINHO.
- Reforçar os meios navais de fiscalização da navegação que cruza as águas portuguesas com vista à protecção e prevenção do meio marinho face à possivel potencialidade de previsível poluição proveniente quer dos navios quer das actividades off-shore. – MAIS PREVENÇÃO E VIGILÂNCIA SOBRE AS ESTRUTURAS NO MAR.

São estas algumas das acções relacionadas com o Mar que poderão trazer as condições para se reduzir a nossa pobreza; postos de trabalho de elevado nível, obras de grandes investimentos de alta rentabilidade, interesse dos investidores estrangeiros, subida do nível de vida e finalmente maiores contributos fiscais.
Foi assim que os suíços, há cem anos, face a um país de pobres lenhadores e camponeses, onde dificilmente encontravam um palmo de terra em condições para semear, e sem um metro de costa, partiram para o desenvolvimento de indústrias produtoras de artefactos ricos – joalharia, medicamentos, chocolates, calçados, cosméticos e até motores marítimos - tendo instituído com audácia e cepticismo um Ministério da Marinha que os levou a criar grandes frotas de navios, primeiro nos seus lagos, e mais tarde em todos os oceanos do mundo, e com elas a fazer contributo basto que os ajudou a tornarem-se num dos mais ricos países do mundo.
Se os portugueses são ainda, nos dias de hoje, conhecidos e respeitados em todo o mundo tal se deve aos seus empreendimentos marítimos.
Continuar de costas viradas ao Mar – a viajar só para Bruxelas e Estrasburgo – é um suicídio certo para todos nós.
Não há que ter vergonha ou receio de nos orgulharmos dos feitos marítimos da nossa história. Olhando o passado entende-se o presente e projecta-se o futuro.
Continuar a marginar este nosso Continente como um quadrado periférico da Europa sem valor, representa a reacção.
Lançarmo-nos em nova saga do Mar representa o progresso.
TEMOS QUATRO ANOS PARA O FAZER. VAMOS FAZÊ-LO!
Fonte: Cargo News

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

OPINIÃO

A partir de 1956 Portugal desenvolveu uma indústria de Equipamentos de Elevação de alta qualidade que se revelou competitiva a nível mundial. Mais de 800 máquinas, guindastes, pórticos gigantes e pórticos de contentores e pontes rolantes de Central, concebidos e produzidos em Portugal, equipam Portos, Estaleiros Navais e Centrais Elétricas em vinte e dois países, da Suécia aos Estados Unidos e da Rússia ao Bahrein.
Uma das áreas de maior expansão deste tipo de indústria verificada nos últimos vinte anos respeita à movimentação de contentores, com navios cada vez maiores. Para a descarga e carga dos contentores utilizam-se pórticos de contentores de grandes dimensões que têm a designação internacional de STS (Ship-to-shore) cranes e para o parqueamento de contentores nos terminais portuários utilizam-se pórticos de parque sobre carris, RMC (Rail mounted Cranes) ou sobre pneus, RTG (Rubber Tyred Cranes).
Os pórticos de contentores foram inventados no início dos anos 60 e a indústria portuguesa de Equipamentos de Elevação pesados começou, logo em 1969, a produzir máquinas deste tipo, com conceção própria, que equipam terminais portuários em Lisboa, Leixões, Setúbal, Antuérpia (Bélgica), St. Nazaire (França), Sète (França) e Saab (Suécia). Até hoje produziram-se em Portugal 17 pórticos de cais STS, e 19 pórticos de parque. Deste total de 36 máquinas, 26 foram produzidos pela empresa pioneira e 10 pela empresa que no nosso país continua este tipo de atividade. Portugal continua a produzir com sucesso para o mercado interno e para a exportação. É de notar que cada máquina produzida em Portugal para o mercado interno substitui uma importação. Um pórtico STS vale mais de 6’000’000 euros e um pórtico de parque mais de 2’000’000 euros.
As máquinas de produção nacional estão a ser fabricadas em grandes unidades fabris do Grande Porto e são totalmente concebidas e projetadas no país. Todos os fabricos de componentes mecânicos são produzidos em fábricas próprias do atual fornecedor deste tipo de equipamentos.
Uma das componentes fundamentais responsáveis pelo desempenho e rendimento deste tipo de máquinas respeita ao equipamento elétrico de controlo e comando e de automatismos dos diversos mecanismos de acionamento das máquinas. A empresa portuguesa que desenvolve e fornece pórticos de contentores trabalha em conjunto com a delegação em Portugal de um dos maiores grupos mundiais neste campo. A colaboração entre as duas empresas tem possibilitado a independência tecnológica de ambas permitindo que todo o trabalho de engenharia, estrutural, mecânico e elétrico e de automatismos seja desenvolvido em Portugal, por técnicos portugueses, com total independência do exterior.
As máquinas de origem portuguesa mais modernas têm demonstrado taxas de produtividade elevadíssimas, de acordo com os padrões internacionais, para isso contribuindo as altíssimas taxas de disponibilidade dos equipamentos e o facto de operarem muitas das vezes em twin-lift (dois contentores movimentados por ciclo de carga/descarga).
Até 2014 o Canal do Panamá constitui uma das grandes restrições ao tráfego mundial de contentores visto que limita a 32.25 m de boca (13 fieiras de contentores) os navios que o podem atravessar. Com o alargamento previsto para entrar ao serviço do Novo Canal do Panamá, os limites passarão a permitir a passagem a navios até 45 m de boca (18 fieiras de contentores) com capacidades por navio até 6800 contentores. Entretanto já começam a operar navios para 22 fieiras de contentores, que servem rotas não dependentes do Canal do Panamá. Antecipando desde já estas novas gerações de navios, a indústria portuguesa de pórticos de contentores já está a produzir neste momento máquinas Post-Panamax e projeta já máquinas que permitem operar navios até 63m de boca (22 fieiras de contentores).
O mar tem sido e deverá continuar a ser um dos grandes vetores da especialização do nosso país e do seu desenvolvimento económico. Portos, construção naval, pesca, transportes marítimos, turismo são alguns dos setores que têm todas as potencialidades de desenvolvimento tirando partido da nossa posição geográfica aliada à enorme zona marítima exclusiva. Com base no desenvolvimento das atividades portuárias e de construção naval desenvolveu-se e mantém-se uma indústria portuguesa tecnologicamente autónoma de equipamentos de elevação cuja competitividade tem vindo a ser comprovada com as exportações alcançadas. Este ramo industrial está neste momento a reforçar-se com novos meios de projeto, fabricação e logísticos e com sistemas de garantia de qualidade de elevada exigência.
A expansão da atividade portuária no nosso país, sobretudo em Lisboa, Leixões, Sines e Setúbal, alavancará ainda mais a nossa capacidade de desenvolvimento aumentando o potencial de número de referências e de massa crítica, base para a sustentação da nossa capacidade exportadora.
Para o sucesso do nosso desenvolvimento nestas áreas é indispensável que todos tomemos consciência das enormes potencialidades que o país já possui - situação geográfica, capacidade tecnológica e capacidades de produção de elevada qualidade - e que não se criem resistências superficiais e ignorantes à livre expansão das indústrias que têm no mar a sua razão de ser.
Fonte: Cargo News

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

ECASBA

Ecasba apoia iniciativa comunitária “e-maritime”

A Ecasba, comité europeu da Fonasba presidido pelo português António Belmar da Costa, decidiu criar um grupo de trabalho para acompanhar a iniciativa comunitária “e-maritime”.

Os agentes de navegação pretendem acompanhar de perto a implementação do projecto e contribuir para a sua eficiência e eficácia, assumindo-se como actores principais num processo que assenta no uso de tecnologias de informação avançadas no sector do transporte marítimo.

A iniciativa “e-maritime” foi lançada no ano passado pela Comissão Europeia, visando a simplificação e uniformização das normas de tramitação das cargas nos portos europeus e a desmaterialização dos processos. Nesse contexto, os agentes de navegação pretendem assumir-se como “janelas únicas portuárias”, combinando as tecnologias com o seu saber único de interlocutor privilegiado dos portos, dos armadores e dos carregadores ou seus representantes.

Na assembleia de Varna (Bulgária), onde António Belmar da Costa foi reeleito presidente da Ecasba (como o TRANSPORTES & NEGÓCIOS noticiou oportunamente), foi também aprovada uma nova estrutura de grupos de trabalho do comité europeu. Para além do grupo de trabalho da “e-maritime” exisitem doravante outros três: Alfândegas e Trânsitos, Educação e Formação e Short Sea Shipping e Ambiente.
Fonte: Transportes & Negócios

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

FOTO DO DIA




M/V"OCEAN COUNTESS" em Leixões 29-10-2010
Leixões Dock & Roll

Clique nas imagens para aumentar

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

FOTO DO DIA



M /V " MARCO POLO" em Leixões 27-10-2010
Leixões Dock & Roll

Clique nas imagens para aumentar

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Emma and Charlotte Maersk in Bremerhaven 8.11.06


O terceiro trimestre deste ano fica marcado, no que diz respeito ao transporte marítimo, pela maior capacidade de navios porta-contentores jamais colocada no mercado, com recurso a navios anteriormente fora do circuito.

A constatação é da base de dados francesa Alphaliner, que concretiza terem sido de 468.000 o número de slots de contentores de 20 pés adicionados à frota mundial de porta-contentores.

Em contrapartida, o número de navios novos postos em circulação irá diminuir um pouco durante o último trimestre (233 mil teu no total). Ainda segundo a Alphaliner, a capacidade total da frota mundial de porta-contentores deverá crescer 9,5% este ano. Para o próximo ano é esperado um aumento de 9,1%.

Este aumento da capacidade instalada surge no momento em que a evolução do novo índice spot de preços de transporte de contentores de Xangai (SCFI), publicado a 15 de outubro passado, revela que a procura de transporte tem vindo a decair, em especial os grandes destinos de leste a oeste.

Os dados so SCFI são fornecidos por 30 grandes companhias de navegação (incluindo Maersk, CMA CGM, Hapag-Lloyd ou Cosco), destinatários e transitários.
Filme: Youtube
Texto: Cargo News

PORTO DE LISBOA

O porto de Lisboa movimentou mais de um milhão de toneladas durante o mês de setembro, o que representa um crescimento de 5,5%, relativamente a igual período do ano passado.
A carga contentorizada foi a principal responsável pelo aumento das quantidades movimentadas no mês de setembro, com um incremento de 9,2%. Também a carga fracionada e a carga Ro-Ro registaram crescimentos assinaláveis.
No que diz respeito à movimentação de contentores, é de salientar o crescimento registado no número de teu (mais 6,4%) e no número de contentores (mais 6,7%). Para tal, muito contribuiu o crescimento registado pelo Terminal de Contentores de Alcântara, com mais 15,5% no número de teu, e mais 20,5% no número de contentores.
De referir que a carga fracionada registou um crescimento de mais 37,4%, bem como a carga Ro-Ro, com mais 41,5%, comparativamente com setembro do ano passado.
Em termos acumulados, comparando com igual período de 2009, o porto de Lisboa regista um crescimento de mais três por cento no total de mercadorias, o que representa mais de 9.000.000 toneladas movimentadas entre janeiro e setembro.
O crescimento registado em setembro reforça a previsão de um ano de 2010 com crescimento do volume de mercadorias movimentadas no porto da capital.
Fonte: Cargo News

terça-feira, 26 de outubro de 2010

TRANSPORTES & NEGÓCIOS - SEMINÁRIO


Quinta-feira, 11 de Novembro de 2010

Hotel Tiara Park Atlantic – Porto
Os investimentos nos aeroportos
O potencial dos mercados de carga de África e de América Latina
O papel dos operadores nacionais no mercado global
As boas práticas no handling das cargas
As perspectivas de evolução do mercado mundial de carga aérea
Questões que fazem a actualidade do Sector, e que estarão, por isso, em foco no Seminário de Transporte Aéreo que o TRANSPORTES & NEGÓCIOS promove no próximo dia 11 de Novembro, no Porto.
Olivier Vallée (AF-KLM Cargo)
Hughes Glyn (IATA)
Rosário Macário (TIS.pt)
João Miguel Santos (Boeing)
José Anjos (TAP Cargo)
Joaquim Pedroso (Portway)
Pedro Moreira (Grupo Rangel)
São alguns dos oradores já confirmados e outras tantas boas razões para participar no evento, com início agendado para as 9h30.
De novo, este ano, espera-se a participação de mais de uma centena de dirigentes, empresários, quadros e especialistas do sector. Reserve já o seu lugar.

Os Assinantes do TRANSPORTES & NEGÓCIOS
pagarão apenas Euro 60 (+Iva)

CLUBE DOS OFICIAIS DA MARINHA MERCATE

O Clube de Oficiais da Marinha Mercante (COMM), localizado na Travessa São João da Praça, Lisboa, volta a ser o palco de um conjunto de palestras a realizar nos próximos dois meses.
O cartaz do evento denominado "Um projeto de futuro" apresenta quatro palestras com quatro oradores. No dia 7 de outubro realizou-se a primeira palestra, a cargo de Rui Moreira de Carvalho, engenheiro de Máquinas Marítimas, com o tema "Globalização: Economia e África". Para 4 de novembro está marcada a segunda palestra com o tema "Hypercluster do Mar", que terá como orador o economista José Poças Esteves. Já no dia 9 de dezembro será a vez de Luis Mira Amaral, ex ministro do Trabalho e Segurança Social, apresentar a palestra "E depois da crise", antes de, a 6 de janeiro, Jorge Manuel Azedo, oficial da Marinha Mercante, apresentar a palestra "Uma visão do futuro", que encerrará este ciclo de evento.
Fonte: Cargo News

domingo, 24 de outubro de 2010

FOTO DO DIA


M/V " BRAEMAR " em Leixões 23-10-2010
---


Clique nas imagens para aumentar.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

PORTO DE SINES

Nos três primeiros trimestres de 2010, o Porto de Sines movimentou mais 60 por cento de contentores do que em igual período do ano passado, tendo registado um total de 282.291 TEU (contentores de vinte pés) no Terminal XXI, “o que abre excelentes expectativas para o último quartel de 2010”, revela um comunicado da APS. De acordo com a administração portuária “este acentuado crescimento levou a que em 8 de Setembro tivesse sido ultrapassado o total de contentores movimentados durante todo o ano de 2009 (253.495 TEU) e estabelecidos dois novos recordes no Terminal XXI: Agosto de 2010 foi o melhor mês de sempre com 41.099 TEU movimentados e Julho de 2010 ficou marcado por se ter ultrapassado a barreira do primeiro milhão de TEU movimentados neste terminal desde a sua entrada em funcionamento em Maio de 2004”. Este crescimento do movimento de contentores continua a ser alavancado por um reforço do papel de Sines como porto Hub de referência do sul da Europa, com particular destaque na cobertura do mercado Peninsular (+34%), designadamente para o mercado da Extremadura Espanhola e de Madrid. No terceiro trimestre do ano iniciaram-se também as ligações para o Canadá e a duplicação do serviço do Extremo Oriente (Lion service), que passou a ter duas escalas semanais em Sines (inbound e outbound) e que simultaneamente passou a integrar navios de 12.000 e 14.000 TEU, passando Sines a ser um dos poucos portos europeus a receber estes navios de última geração e o único da fachada Atlântica da Península Ibérica com ligações directas de, e para o mercado Asiático e América do Norte.
Fonte: Cargo News

terça-feira, 19 de outubro de 2010

JUP - JANELA UNICA PORTUÁRIA


Portos sem “papelada” a partir de Janeiro

A partir de 1 de Janeiro, toda a documentação referente aos navios e às respectivas cargas que tenha de ser apresentada às alfândegas terá de ser entregue em suporte informático, através da Janela Única Portuária (JUP).

A partir de hoje, a Janela Única Portuária (JUP) está formalmente instituída em todos os parceiros nacionais, do Continente e das regiões autónomas. O momento fica assinalado pela assinatura de um protocolo entre a Direcção Geral das Alfândegas e Impostos Especiais sobre o Consumo (DGAIEC), as administrações portuárias (Viana do Castelo, Aveiro, Figueira da Foz, Setúbal, Madeira e Açores) e o IPTM.

Ao mesmo tempo entra em produção, em todo o território nacional, o Sistema Integrado dos Meios de Transporte e das Mercadorias (SDS).

Até ao final do ano ainda será admitida a entrega em papel em simultâneo com o envio em suporte electrónico da informação relativa à entrada e saída de navios (PMT – Processo de Meio de Transporte) e respectivas mercadorias (PM – Processo de Mercadorias). Depois, o despacho do navio e das cargas terá de ser feito exclusivamente por via electrónica.

A Janela Única Portuária (JUP) arrancou nos portos de Leixões, Lisboa e Sines, tendo vindo a ser progressivamente alargada aos demais portos. Apesar das resistências de uns e das dificuldades de adaptação de outros, é hoje reconhecida como uma importante mais-valia e um significativo passo em frente na modernização e agilização de processos nos portos e no relacionamento das comunidades portuárias com as alfândegas.
Fonte: Transportes & Negócios

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

TCL LEIXÕES

O Terminal de Contentores de Leixões (TCL) movimentou 356.921 teu (225.403 unidades) nos primeiros nove meses do ano. Relativamente ao período homólogo do ano passado, estes números revelam um aumento de 5% no número de teu e de 3% no total de contentores movimentados.
Em Setembro, o TCL movimentou 39.541 teu, correspondentes a 25.198 contentores, o que representa o melhor resultado homólogo dos últimos quatro anos. O terminal de Lopo Feijó prepara-se para atingir, uma vez mais, um novo máximo, a julgar pelos contentores já movimentados quando faltam apenas três meses para o final do exercício. "Os resultados já consolidados reforçam a expectativa de o TCL atingir um novo máximo, mantendo com isso a tradição iniciada com a concessão, em 2000, e desde então anualmente renovada", refere o TCL no seu sítio.
Fonte: Cargo News

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

ESCOLA EUROPEIA DE SHORT SEA SHIPPING


A 2E3S (Escola Europeia de Short Sea Shipping) promove entre 6 e 8 de novembro o curso 'Mobility and Motorways of the Sea (MOS) in Europe", que se realizará a bordo do ro-pax Barcelona, da Grimaldi Lines, e no qual estão integrados 10 participantes portugueses.
O objetivo do curso, que integra participantes de mais cinco países, é chamar a atenção para as vantagens das 'Motorways of the Seas", ao nível do custo, do tempo ou do risco, e servirá também para apresentar as políticas da União Europeia no domínio dos transportes, mobilidade e ambiente.
Sob o lema 'Bringing The European Key Players Together', o curso contará igualmente com 10 participantes franceses, 10 espanhóis, 10 italianos, 10 belgas e 10 holandeses, representantes de empresas de logística, transitários, transportadoras, agentes de navegação, governo, universidades, empresas de transporte rodoviário e grandes transportadores dos países em questão. Em Portugal o dinamizador da comitiva é António Belmar da Costa.
Como os anteriores, o cruzeiro parte do porto de Barcelona no dia 6 de novembro e tem chegada marcada para o dia 8, na cidade italiana de Civitavecchia. Contará com palestras de, entre outros, Eduard Rodés (diretor da 'Escola Europea de Short Sea Shipping'), Marc Vanderhaegen (principal administrador da 'European Comission DG Move/B3 Logistics, comodality, motorways of the sea & Marco Polo'), José Francisco Vidal (membro da 'Escola Europea de Short Sea Shipping'), Alfons Gunier (secretário-geral da ECSA - European Community Shipowners' Associations), Patrick Vankerckhoven (membro da Marco Polo - 'Executive Agency for Competitivness and Innovation) e dos portugueses António Belmar da Costa (presidente da ECASBA - 'European Community Association of Shipbrokers and Agents') e José Laranjeira Anselmo (membro da Diretoria Mobilidade e Transporte da CE - Política RTE-T).
Fonte: Cargo News

Arquivo do blogue

PORTO DE LEIXÕES

PORTO DE LEIXÕES