terça-feira, 26 de janeiro de 2010

APDL - ADMINISTRAÇÃO DOS PORTOS DOURO E LEIXÕES


Estratégia para atrair novos mercados
Porto de Leixões aposta em economias emergentes
VIRGÍNIA ALVES
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2010 será um ano de aposta internacional para o Porto de Leixões, focado essencialmente em mercados emergentes com os quais ainda não existe uma base de negócios permanente. A estratégia não se limita aos portos, alargando-se às empresas.

As comunidades-alvo para as acções de aproximação, que irão traduzir-se em quatro conferências internacionais, serão os países do Magreb, os PALOP, os países bálticos e o Brasil.

"Tratam-se de mercados que têm vindo a revelar grande dinamismo económico", referiu o presidente da Administração dos Portos de Douro e Leixões (APDL), Matos Fernandes, dando como exemplo Angola, para onde existem já "dez ligações mensais através de três companhias distintas, mas queremos consolidar este mercado e abrir aos restantes países de língua oficial portuguesa".

O presidente da APDL frisa ainda a importância da aposta no Brasil, "no Nordeste, grande exportador, mas com uma economia muito fechada".

É também em relação a este mercado que Matos Fernandes sublinha que as conferências não se limitam às comunidades portuárias, mas a todos os parceiros, "não é possível que um transitário demore 40 dias a fazer um transporte que pode ser feito em metade do tempo".

Quase como um balanço, o presidente da APDL referiu que em 2009 o movimento no Porto sofreu um decréscimo de 9,5%, face a 2008, que se deveu essencialmente a um menor movimento da Petrogal. Mesmo assim, movimentou o maior número de contentores registado em Leixões.

Além disso, adiantou o presidente da APDL, o porto tem vindo a receber solicitações "para receber em escala navios cruzeiro, uma vez que o terminal de cruzeiros, em obra desde Outubro, deverá estar concluído no primeiro semestre de 2011".
Fonte: Jornal de Noticias

2 comentários:

César disse...

O terminal de cruzeiros vai trazer sem dúvida,um grande movimento e desenvolvimento do mesmo.Uma mais valia.

JOSÉ MODESTO disse...

Olá Amigo César, sem dúvida, será de facto uma mais valia não só para o Norte de Portugal mas para todo o nosso país.
O Norte de Portugal á muito que estava a precisar desta obra.

Saudações Marítimas
José Modesto

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